Pvhcaos - AO VIVO

quinta-feira, 28 de junho de 2012

MAis fotos

Astronauta em estação espacial fotografa queimada na Amazônia Imagem mostra focos de incêndio nas margens do Rio Xingu, em MT. Queimadas no bioma caíram cerca de 66% em 2011, comparado a 2010. Do Globo Natureza, em São Paulo Imagem feita por astronautas que estão na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) mostra grandes focos de incêndio nas margens do Rio Xingu, no trecho da Amazônia localizado no estado de Mato Grosso. A foto é de 17 de setembro, período considerado crítico no bioma devido à forte seca. Bancos de areia aparecem em alguns trechos do rio, devido ao baixo nível das águas. O Rio Xingu nasce em MT, corta o Pará e deságua no Rio Amazonas. De acordo com o sistema de monitoramento de queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), entre 1º e 30 de setembro foram registrados 3.164 focos de queimada na floresta amazônica em MT. No mesmo período do ano passado, foram 7.784 focos no bioma. Entre 1º de janeiro e 13 de outubro de 2011, o bioma Amazônia concentrou 27.139 focos de incêndio, número aproximadamente 66% menor que no mesmo período do ano passado.
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Imagem feita por astronauta que está na Estação Espacial Internacional mostra focos de queimada na Amazônia nas margens do Rio Xingu, no Mato Grosso (Foto: Nasa)

Foto do DIA

HOMEM BANDEIRA O ciclista Liao Hong-lin, de 29 anos, se apoia em um mastro em um ponto turístico de Taipei como se fosse uma bandeira enquanto veste uma camisa com as cores da bandeira de Taiwan... Pichi Chuang/Reuters
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Tristeza





Nesta semana, a loiraça Kate Upton, uma das musas do esporte mundial, causou tristeza aos seus fãs ao dizer que pretende reduzir o tamanho dos seus seios. A gata ficou conhecida entre os atletas após ser capa da edição especial deste ano da revista Sports Illustrated

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Pelas ruas ...

Artista de rua 'levita' durante apresentação na Espanha

Cena foi registrada em praça na capital Madri.
Imagem foi feito pelo fotógrafo Dominique Faget.

Do G1, em São Paulo

Um artista de rua parecia levitar durante um apresentação na terça-feira (26) em uma praça em Madri, na Espanha. (Foto: Dominique Faget/AFP)Um artista de rua parecia levitar durante um apresentação na terça-feira (26) em uma praça em Madri, na Espanha. (Foto: Dominique Faget/AFP)

Internacional

Gabão queima pilha de marfim em ato contra caça ilegal

Presidente Ali Bongo Ondimba participou do evento.
Dezenas de milhares de elefantes morrem por ano na África.

Da AFP

Fogueira feita com marfim em Libreville, no Gabão (Foto: WWF-Canon / James Morgan via AP Images)
Fogueira feita com marfim em Libreville, no Gabão (Foto: WWF-Canon / James Morgan via AFP Images)
O presidente do Gabão, Ali Bongo Ondimba, ateou fogo a uma pilha de marfim nesta quarta-feira (27), em um ato simbólico contra a caça ilegal de elefantes na África. A fogueira continha 5 toneladas de marfim apreendido, o que corresponde à morte de 850 animais.
 
Durante o evento, Ondimba prometeu adotar uma política de “tolerância zero” contra os caçadores. No ano passado, o Gabão fundou uma unidade militar especial para proteger os parques e a vida selvagem do país.
As medidas foram apoiadas pelas organizações ambientalistas WWF e Traffic. Elas fizeram parte de um grupo independente que inspecionou o marfim apreendido antes da queima.
Segundo um relatório das Nações Unidas, 2011 foi o ano com maior caça ilegal de elefantes na África. Todos os anos, dezenas de milhares de elefantes são mortos para a extração de marfim, que tem grande demanda na Ásia.
Presidente do Gabão, Ali Bongo Ondimba, coloca fogo em uma pilha de marfim (Foto: Wils Yannick Maniengui/AFP)Presidente do Gabão, Ali Bongo Ondimba, coloca fogo em uma pilha de marfim (Foto: Wils Yannick Maniengui/AFP)

Quem diria!

Rainha Elizabeth II e ex-dirigente do IRA realizam histórico aperto de mãos

Inconcebível há alguns anos, ato aconteceu a portas fechadas em Belfast.
Ele ocorre 14 anos após três décadas de violência entre cristãos no país.

Da AFP

Martin McGuinness, ex-dirigente do IRA, e a rainha Elizabeth II compartilham aperto de mãos histórico (Foto: Paul Faith/AP)
Martin McGuinness, ex-dirigente do IRA, e a rainha Elizabeth II compartilham aperto de mãos histórico (Foto: Paul Faith/AP)
A rainha Elizabeth II e o ex-dirigente do IRA Martin McGuinness deram um histórico aperto de mãos nesta quarta-feira (27) em Belfast, um ato considerado como um novo marco no processo de paz na Irlanda do Norte, anunciou o Palácio de Buckingham.

O antecipado aperto de mãos entre a soberana britânica e o atual vice-ministro principal da Irlanda do Norte aconteceu a portas fechadas durante um evento cultural no teatro lírico da capital norte-irlandesa, 14 anos depois do acordo de paz da Sexta-Feira Santa que acabou com 30 anos de violência entre protestantes leais à Coroa e católicos republicanos.
O encontro, inconcebível há alguns anos, aconteceu no segundo dia de visita da rainha a esta província britânica, na presença de seu marido, o duque de Edimburgo, do ministro principal da Irlanda, o unionista Peter Robinson, e do presidente da Irlanda, Michael D. Higgins.
Ao final do ato, desta vez diante das câmeras de televisão, a rainha e McGuinness voltaram a apertar as mãos, enquanto o ex-dirigente do IRA dizia algumas palavras.
"Adeus e vá com Deus", afirmou, ao que parece em gaélico, segundo os jornalistas presentes.
Questionado sobre o aperto de mãos inédito, um porta-voz do primeiro-ministro David Cameron afirmou: "Acreditamos que é correto que a rainha se reúna com todas as partes".
O porta-voz recordou que a recente visita da rainha a Irlanda "levou as relações entre os dois países a um nível completamente novo".
Elizabeth II fez em maio de 2011 uma histórica visita de reconciliação a Irlanda, a primeira de um monarca britânico desde a independência da república em 1922.
McGuinness, 62 anos, passou de dirigente do Exército Republicano Irlandês (IRA) a líder no processo de paz que resultou no acordo de 1998.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Corredor da Morte

Peço a Dilma que ao menos tente me salvar, diz condenado à morte




RICARDO GALLO
DE SÃO PAULO
Sob ameaça de ser fuzilado na Indonésia em breve, Marco Archer Cardoso Moreira, 50, diz ter esperança de que a presidente Dilma Rousseff consiga evitar a sua morte.


"Peço para ela ao menos tentar", disse, na madrugada de ontem, por telefone, em entrevista exclusiva à Folha. "A única pessoa que pode me salvar é ela."
Preso em 2003 ao tentar entrar na Indonésia com 13,4 kg de cocaína, Archer foi condenado à morte em 2004 --e já perdeu todos os recursos na Justiça. Ele está na prisão de segurança máxima de Pasir Putih ("areia branca"), a 430 km de Jacarta.
Na semana passada, um procurador disse ao "The Jakarta Post" que ele será executado nas próximas semanas, o que sinaliza que o presidente da Indonésia, Susilo Bambang Yudhoyono, rejeitou o pedido de perdão --sua última chance de escapar.
O brasileiro disse não ter medo, mas espera que a situação seja revertida.

Editoria de arte/Folhapress
Enquanto não há definição sobre seu caso, o cenário que lhe soa mais positivo é continuar preso a 15,4 mil km de casa, como está há oito anos, sem perspectiva de voltar ao Brasil. O pior, encarar a morte.
A Folha falou com ele em três ocasiões: a primeira, no sábado à noite; as outras duas, na madrugada e na tarde de ontem, em 40 minutos de conversa, relatada a seguir:
*
Folha - Oito anos depois de você ser condenado, o procurador disse ao "The Jakarta Post" que a sua execução seria em breve. Como você reage?
Marco Archer Cardoso Moreira - Eu reajo... [silencia, pensativo]. O que eu posso fazer?
Alguém te avisou sobre a possibilidade de execução?
Não. Ninguém me avisou de nada. Sei que saiu na imprensa aqui só. Mas, faz um mês, veio um procurador aqui e me fez assinar um papel sem timbre.
Você assinou um papel sem falar com o advogado?
Assinei. Mas não valia nada. O advogado da embaixada [brasileira em Jacarta] disse que, se foi assim mesmo, o papel não tem valor jurídico nenhum. Outros presos também assinaram.
Mas isso não te preocupa? Digo, pode ter sido baseado nisso que o procurador declarou que você seria executado...
Eles me disseram que não tinha valor jurídico. O procurador ainda brincou perguntando o que eu queria como último pedido --e pedi três garrafas de Chivas [uísque] e duas mulheres. Falei de brincadeira!

Beawiharta - 8.jun.04/Reuters
O brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira em cela na Indonésia após ser condenado por tráfico de drogas
O brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira em cela na Indonésia após ser condenado por tráfico de drogas
E você tem medo?
Medo, não... Tenho um medinho. Qualquer um que está aqui pode ser executado a qualquer hora. E tem bastante gente que foi presa antes de mim e que está na minha frente ainda... Só quem sabe é Deus. E tem como evitar isso.
Quem pode evitar?
A presidente Dilma. A única pessoa que pode me salvar é ela. Peço para ela ao menos tentar me ajudar. De presidente para presidente, talvez ela resolva. Quem sabe ela resolve e consegue abaixar a minha pena para prisão perpétua. Eu peço ajuda também ao presidente [da Indonésia] Susilo. Ele é muito poderoso.
Mas, se o procurador falou que você seria executado, significa que o presidente da Indonésia rejeitou seus pedidos de clemência [feitos em 2006 e 2008]...
Não sei... Aqui na Indonésia tem muita pressão para punir traficante. Mas ele reduziu a pena de uma australiana [Schapelle Corby, que teve pena reduzida em cinco anos; ela não havia sido condenada à morte].
Você sabe como é a execução?
Houve dois nigerianos aqui que foram executados [em 2008, os dois últimos a morrer na Indonésia].
E como foi?
O comandante da prisão veio e falou para eles que tinha uma visita. Quando eles foram até os policiais, agarraram eles e levaram para fuzilar. Um deles tentou fugir, mas não adiantou. Aí, à noite, eles foram executados.
Avisaram na hora?
Avisaram um mês antes. A execução foi aqui na ilha mesmo.
Deu para ouvir o tiro?
Não.
E como você está?
Bem... Hoje vieram dois psicólogos aqui me entrevistar. Fizeram um questionário, perguntaram se eu estava com depressão. Levou uma hora para preencher um questionário. Eu não tenho nada.
O que você diria para quem está torcendo por você no Brasil?
Que nunca percam a esperança, que eu vou aguentar, se Deus quiser.
Enquanto não há definição sobre seu caso, o cenário que lhe soa mais positivo é continuar preso a 15,4 mil km de casa, como está há oito anos, sem perspectiva de voltar ao Brasil. O pior, encarar a morte.
A Folha falou com ele em três ocasiões: a primeira, no sábado à noite; as outras duas, na madrugada e na tarde de ontem, em 40 minutos de conversa, relatada a seguir:
*
Folha - Oito anos depois de você ser condenado, o procurador disse ao "The Jakarta Post" que a sua execução seria em breve. Como você reage?
Marco Archer Cardoso Moreira - Eu reajo... [silencia, pensativo]. O que eu posso fazer?
Alguém te avisou sobre a possibilidade de execução?
Não. Ninguém me avisou de nada. Sei que saiu na imprensa aqui só. Mas, faz um mês, veio um procurador aqui e me fez assinar um papel sem timbre.
Você assinou um papel sem falar com o advogado?
Assinei. Mas não valia nada. O advogado da embaixada [brasileira em Jacarta] disse que, se foi assim mesmo, o papel não tem valor jurídico nenhum. Outros presos também assinaram.
Mas isso não te preocupa? Digo, pode ter sido baseado nisso que o procurador declarou que você seria executado...
Eles me disseram que não tinha valor jurídico. O procurador ainda brincou perguntando o que eu queria como último pedido --e pedi três garrafas de Chivas [uísque] e duas mulheres. Falei de brincadeira!

Beawiharta - 8.jun.04/Reuters
O brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira em cela na Indonésia após ser condenado por tráfico de drogas
O brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira em cela na Indonésia após ser condenado por tráfico de drogas
E você tem medo?
Medo, não... Tenho um medinho. Qualquer um que está aqui pode ser executado a qualquer hora. E tem bastante gente que foi presa antes de mim e que está na minha frente ainda... Só quem sabe é Deus. E tem como evitar isso.
Quem pode evitar?
A presidente Dilma. A única pessoa que pode me salvar é ela. Peço para ela ao menos tentar me ajudar. De presidente para presidente, talvez ela resolva. Quem sabe ela resolve e consegue abaixar a minha pena para prisão perpétua. Eu peço ajuda também ao presidente [da Indonésia] Susilo. Ele é muito poderoso.
Mas, se o procurador falou que você seria executado, significa que o presidente da Indonésia rejeitou seus pedidos de clemência [feitos em 2006 e 2008]...
Não sei... Aqui na Indonésia tem muita pressão para punir traficante. Mas ele reduziu a pena de uma australiana [Schapelle Corby, que teve pena reduzida em cinco anos; ela não havia sido condenada à morte].
Você sabe como é a execução?
Houve dois nigerianos aqui que foram executados [em 2008, os dois últimos a morrer na Indonésia].
E como foi?
O comandante da prisão veio e falou para eles que tinha uma visita. Quando eles foram até os policiais, agarraram eles e levaram para fuzilar. Um deles tentou fugir, mas não adiantou. Aí, à noite, eles foram executados.
Avisaram na hora?
Avisaram um mês antes. A execução foi aqui na ilha mesmo.
Deu para ouvir o tiro?
Não.
E como você está?
Bem... Hoje vieram dois psicólogos aqui me entrevistar. Fizeram um questionário, perguntaram se eu estava com depressão. Levou uma hora para preencher um questionário. Eu não tenho nada.
O que você diria para quem está torcendo por você no Brasil?
Que nunca percam a esperança, que eu vou aguentar, se Deus quiser.

Nasceu de novo

Mulher cai do 8º andar, mas fica pendurada pelo vestido na Ucrânia

Acidente ocorreu na cidade de Mariupol.
Idosa foi resgatada sem ferimentos pelos bombeiros.

Do G1, em São Paulo
 
 
 
Uma  mulher de 74 anos caiu da varanda de um apartamento do oitavo andar de um prédio em Mariupol, na Ucrânia, mas sobreviveu depois que seu vestido enroscou em um ferro do sétimo andar e impediu que ela caísse de mais de 20 metros de altura, segundo a imprensa ucraniana.


A mulher caiu da varanda ao se inclinar para gritar com músicos que tocavam na rua. Apesar do susto, a idosa foi resgatada sem ferimentos pelos bombeiros (veja vídeo do resgate).

Mulher caiu do varanda, mas ficou pendurada pelo vestido. (Foto: Reprodução)
Mulher caiu do varanda, mas ficou pendurada pelo vestido. (Foto: Reprodução)
 
 
Apesar do susto, idosa foi resgatada sem ferimentos pelos bombeiros. (Foto: Reprodução)
Apesar do susto, idosa foi resgatada sem ferimentos pelos bombeiros. (Foto: Reprodução)

Maçã Podre

Grupo de Cachoeira invadiu sistema da Polícia Federal


Fonte: oglobo.com
© 1996 - 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. 

Às vésperas da Monte Carlo, advogado buscou informações com juízes de Goiás para prevenir ação


BRASÍLIA - Na semana que antecedeu a prisão por conta da Operação Monte Carlo, pessoas ligadas à quadrilha de Carlinhos Cachoeira recorreram a amigos na Polícia Federal e até acessaram o sistema interno da PF para tentar saber se estava mesmo em preparação uma ação contra elas. Em conversas gravadas com autorização judicial, o advogado Leonardo Gagno fala da varredura que estava fazendo e avisa que tentará falar com o juiz do caso e também com o juiz Leão Aparecido Alves.


O diálogo ocorreu em 6 de fevereiro, às 16h12m. A prisão de Cachoeira e de pessoas ligadas a ele se deu em 29 de fevereiro.

— A gente revirou o cartório inteiro, revirou o sistema da Polícia Federal inteiro, a gente conseguiu acesso, e nada. Estamos aguardando para falar com o juiz. A gente acabou de ver o Leão entrar aqui no Fórum. Mais tarde eu vou bater um bapo com ele também — diz Gagno em conversa com Francisco Marcelo Queiroga, irmão de José Olímpio Queiroga, braço-direito de Cachoeira.

— Não conseguiu nada ainda? — insiste Francisco Marcelo.

— Nada. Nada. Toda a pesquisa que a gente fez não tem registro nenhum. Revirei toda a vida de vocês pelo sistema da Polícia Federal e apareceu tudo e não apareceu nada aqui em Goiânia — procura tranquilizar o advogado

— E agora? — pergunta Francisco Marcelo.

— Vou dar a última cartada. Vou falar com o juiz. Tô na fila para falar com ele que está fazendo uma audiência.


Em outra conversa, dois dias depois, o mesmo advogado diz que estava saindo da PF. Tinha pedido a emissão de uma certidão que atestasse não haver investigação em curso contra o grupo de Cachoeira.

— Oi, Marcelo. Saí da Federal agora. Nosso pedido já está com o corregedor despachando. Amanhã a certidão deve estar pronta. Olímpio me falou que o advogado do Carlinhos Cachoeira falou com o juiz, pediu uma certidão e ele deu na hora, falando que não existe nenhum processo contra Cachoeira e se existisse teria registro e seria informado a ele — informa o advogado.
E complementa, referindo-se, provavelmente, ao juiz Paulo Moreira Lima, da 11 Vara Federal em Goiânia:

— O cara não ia botar o rabo dele na reta dessa forma, botar isso no papel e botou no papel. Então acho que a nossa tese sobre o assunto é ela mesmo que aconteceu.
Mas Francisco Marcelo declara que o irmão não iria acreditar que não haveria problemas. Mas o advogado insiste:

— Falei com ele pelo rádio e ele já está começando a acreditar nessa hipótese. Estava mais calmo quando deu notícia da certidão do Carlinhos. Acho que morre aí mesmo. Não vai ter nada, não.
No dia 10 de maio, sem as certidões que atestariam que o grupo não estava sendo investigado, os dois voltam a se falar e, mais uma vez, o advogado procura acalmar o cliente. Ele revela que tem um contato na Polícia Federal.

— Ontem a gente até fez uma reunião com um policial federal que é nosso amigo aqui. Ele estava explicando que também pode estar acontecendo a investigação. Ele falou que os delegados têm feito toda investigação por meio de Termos de Averiguação. Depois que está tudo pronto, investigado, aí eles montam o inquérito policial, rápido.(...) E sem ninguém da área ficar sabendo. Entendeu? Porque eles já vão montando a Operação solicitando gente de fora. Então eu penso que com as investigações que a gente fez, a gente tem 50% de cada hipótese — diz Gagno.

O advogado ressalva que, apesar de acreditar que não há nada na PF, Olímpio Queiroga poderia estar sob investigação.
 



PvhCAOS - o Brasil tá tomado, vamos a luta .....

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Rio +20 - é o capitalismo esquematizando o Verde

Cúpula dos Povos diz que texto da Rio+20 traz 'frustração e desencanto'

ONGs e movimentos sociais entregam documento a Ban Ki-moon.
 

No encontro foi entregue documento elaborado na Cúpula dos Povos.

Darlan Alvarenga Do G1, no Rio
 
 
Os representantes da Cúpula dos Povos, evento paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), afirmaram nesta sexta-feira (22) para o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, estarem "frustrados" com o texto aprovado pelos países na Rio+20.
Ban Ki-moon ouve as críticas de Iara Pietrovsky, representante da Cúpula dos Povos (Foto: Darlan Alvarenga/G1)
Ban Ki-moon ouve as críticas de Iara Pietrovsky, da Cúpula dos Povos (Foto: Darlan Alvarenga/G1) 

 "Gostaria de iniciar nossa conversa expressando nosso profundo desencanto, nossa profunda frustrração em relação ao documento oficial apresentado", disse Iara Pietrovsky, integrante do grupo de articulação da Cúpula dos Povos, dirigindo-se ao secretário-geral da ONU.

No encontro realizado nesta manhã no Riocentro, a Cúpula dos Povos entregou o documento político final elaborado durante as Plenárias de Convergência organizadas por ONGs e movimentos sociais, que representam redes, organizações e movimentos sociais de vários países, em temas sindicais, indígenas, ambientais, povos tradicionais, direitos humanos, entre outros. O documento está disponível no site da Cúpula dos Povos.
 

'A Rio+20 acabou para nós'

"Esperávamos um documento bem mais audacioso, bem mais ambicioso frente aos desafios que estamos nos confrontando", disse Iara. "De qualquer maneira, acreditamos que o diálogo e a possibilidade de uma agenda é importante para que possamos criar saídas alternativas e sustentáveis para o nosso planeta", ressalvou.

Ao término do encontro, os representantes da Cúpula dos Povos reafirmaram o sentimento de frustração. Segundo Iara, a ONU informou que não haverá mesmo mudança no documento final da Rio+20. “Gostaríamos que ele [Ban Ki-moon} realmente levantasse a ambição e que a gente pudesse abrir espaços de mais diálogo e participação e mudança radical deste documento oficial”, disse Iara. "A Rio+20 acabou para nós, mas o nosso processo não dependia da conferência. A Rio+20 foi uma passagem, infelizmente uma passagem extremamente frustrante", completou.
Delegados da Cúpula dos Povos tiram foto com Ban Ki-moon (Foto: Darlan Alvarenga/G1)
Delegados da Cúpula dos Povos tiram foto com Ban Ki-moon (Foto: Darlan Alvarenga/G1)

quinta-feira, 21 de junho de 2012

PEDIDO ESPECIAL 350.ORG

Caros amigos,

O tempo está acabando na Rio+20.
Faltando apenas dois dias para terminar, a Rio+20 pode acabar com apenas um conjunto de promessas vazias e nenhum progresso significativo no combate às mudanças climáticas. Porém, a presidente Dilma pode ajudar a salvar a Conferência colocando a demanda global do fim dos subsídios aos combustíveis fósseis no centro das discussões. Vamos fazer com que nossa mensagem seja impossível de ser ignorada.

Sabemos que temos pedido muitas coisas para vocês nas últimas semanas, mas uma proposta para eliminar os subsídios aos combustíveis fósseis permanece pendente na Rio+20 e a sua atitude pode causar um grande impacto nas próximas 24 horas.
Juntos, com nosso tuitaço global e com a petição com mais de um milhão de assinaturas, nós conseguimos fazer com que uma política simples que transforma US$ 1 trilhão em investimento verde ganhasse apoio popular massivo. No entanto, os líderes mundiais fracassaram com sua promessa: a declaração final da Rio+20 contém apenas palavras vagas e vazias sobre subsídios aos combustíveis fósseis, ao invés dos compromissos claros que precisamos.
Como anfitriã da conferência, a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, tem o poder de reabrir as discussões, demandar medidas e um plano concreto para a eliminação dos subsídios aos combustíveis fósseis. Nossos amigos da Avaaz relatam que a presidente Dilma está em cima do muro, mas que se exercermos pressão pública suficiente, ela poderá emergir como uma campeã do clima.
Em seu discurso de abertura da Rio+20, ela disse: “Estamos reunidos no Rio de Janeiro para dar passos audaciosos, para mostrar coragem, para assumir responsabilidades. Estamos aqui porque o mundo demanda mudança. [...] Sabemos que o custo da inação será maior que o das medidas necessárias, por mais que essas provoquem resistências e se revelem politicamente trabalhosas.” Vamos fazer com que ela e todos os chefes de estado levem esse discurso a sério!
Por favor, some sua voz à petição conjunta solicitando que a presidente Dilma salve a Rio+20. Se nós chegarmos a 500 mil assinaturas, a Avaaz vai colocar um anúncio urgente e contundente no Financial Times e nossa equipe da 350.org entregará a petição aqui no Rio: www.350.org/dilma-pt
Não se engane: o momento para acabar com os subsídios aos combustíveis fósseis está chegando. Pessoas no mundo todo estão se manifestando pela simples ideia de que é hora do dinheiro público ajudar as pessoas, não os poluidores. Esses US$1 trilhão que os governos gastam com os poluidores poderia ser melhor gasto com energia limpa e renovável e com o desenvolvimento sustentável.
Um compromisso aqui no Rio seria um passo importante para esse movimento e agora é o momento da Dilma assumi-lo. Vamos ajudá-la mostrando que ela tem o apoio do mundo todo: www.350.org/dilma-pt

Muito obrigado!

Porto Velho CAOS, Paula, Juliana, Juan, Jamie por toda a equipe da 350.org

Internacional

Mulher fuma maconha modificada geneticamente e sobe em torre de eletricidade

Ela acreditou que estava atravessando uma ponte
Do R7
.Divulgação/dailymail.co.uk
Mulher que escalou 12 metros em uma torre de alta tensão

A mulher passou quatro horas fumando “skunk”, um superbaseado feito com maconha geneticamente modificada, e depois escalou 12 metros em uma torre de eletricidade pensando que era uma ponte.
locona-alta-tensão,700

A jovem da República Tcheca de 21 anos aparentemente estava tentando atravessar um rio quando moradores horrorizados chamaram o serviço de emergência. O portavoz da polícia descreveu a cena como ‘'um pesadelo”.

— Ela estava fortemente influenciada por drogas, não fazia o menor sentido.

Liberação Uruguaia


‘Alguém tem que ser o primeiro’, diz o presidente José Mujica

Em entrevista durante a Rio+20, Mujica se mostrou confiante no sucesso da iniciativa

O Globo

O presidente José Mujica durante uma conferência no Uruguai, em outubro de 2011
Foto: Matilde Campodonico/AP
O presidente José Mujica durante uma conferência no Uruguai, em outubro de 2011 Matilde Campodonico/AP
O presidente do Uruguai, José “Pepe”Mujica, minimizou as críticas, a polêmica e o espanto causados por seu projeto de descriminalização da maconha. Com o estilo simples que lhe é peculiar, sem gravata ou seguranças, Mujica se mostrou confiante no sucesso da iniciativa. Ele conversou com o GLOBO durante a plenária dos chefes de Estado da Rio+20.
O GLOBO: Quais os riscos de descriminalizar o uso da maconha?
JOSÉ “PEPE” MUJICA: Veja bem, a ideia não é liberar. Ao contrário, vamos controlar através de uma rede estatal de distribuição. Não estamos propondo uma legalização que permita que qualquer um possa ir ao armazém, comprar quantidades de maconha e fazer o que quiser. O Estado vai ter controle da qualidade, da quantidade, do preço, e as pessoas estarão registradas. Os cigarros terão controle digital, sendo possível rastrear sua origem por meio da assinatura química da amostra. É importante frisar que se você comprar 20 cigarros, terá que consumi-los e não poderá vendê-los.
Mas como será possível garantir que não haverá uma revenda da droga?
MUJICA: Com o registro no Estado, esses usuários serão facilmente rastreados se as regras forem violadas. Estamos anunciando um pacote de 16 medidas para combater a insegurança, mas só se fala nessa. O que nós esperamos é reduzir o número de crimes nas cidades uruguaias. A maioria dos crimes, hoje, é cometida por jovens delinquentes.
Não é um passo ousado demais?
MUJICA: Existem propostas semelhantes na Europa, e alguém tem que começar na América do Sul. Alguém tem que ser o primeiro, porque nós estamos perdendo a batalha contra as drogas e a criminalidade no continente. Faço isso pela juventude, pois as formas tradicionais de enfrentar este problema não deram resultado até agora. Temos que buscar outro caminho, mesmo que alguns o considerem ousado. O Uruguai é um país pequeno, onde se podem fazer as coisas com mais facilidade. Não somos grandes como o Brasil.

rIO +20????

Presidentes latinos criticam países ricos no segundo dia da Rio+20

Presidente boliviano disse que ambientalismo é usado como arma.
Equatoriano criticou ausência de líderes de países ricos.

  G1, no Rio

Os presidentes da Bolívia, Evo Morales, e do Equador, Rafael Corrêa, criticaram os países desenvolvidos no segundo dia de encontro de alto nível da Conferência de Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, nesta quinta-feira (21).
Muito aplaudido, o boliviano abriu seu discurso falando das tradições indígenas e defendeu a nacionalização dos recursos naturais pelo desenvolvimento sustentável. Corrêa, por sua vez, criticou a ausência dos líderes dos países ricos.
Bolívia
Morales criticou os países desenvolvidos e o capitalismo. "Capitalismo é uma forma de colonialismo. Mercantilizarmos os recursos naturais e é uma forma de colonialismo do países do sul, que sobre seus ombros carregam a responsabilidade de proteger o meio ambiente, que foi destruído no norte", disse.
Para Evo, o ambientalismo é usado como arma do sistema capitalista. "O ambientalismo capitalista é uma forma de compromisso predatório, porque o compromisso de países de preservar a natureza para o futuro é algo imposto aos países pobres, enquanto os ricos se esforçam na destruição comercial do meio ambiente."
"Nos querem criar um mecanismo de investimento para monopolizar e julgar nossos recursos. Acreditam que estão punindo o uso desses recursos com argumentos ambientalistas e as instituições são submissas, de modo que abrimos mão dos nossos recursos naturais para eles. Como o capitalismo promove o mercantilismo, o capitalismo da biodiversidade a torna em negócio. A vida não é um direito, é apenas mais um negócio para o capitalismo," afirmou.
Para ele, os países precisam "se defender", nacionalizando seus recursos.
O presidente boliviano citou o ex-presidente de Cuba Fidel Castro, a quem chamou de "um homem muito sábio".
Morales esteve no Riocentro também na quarta-feira (20), onde foi visto andando pelos corredores e almoçando na praça de alimentação comum do centro de convenções.

Equador
O presidente do Equador também criticou o capitalismo. "A raiz da crise na Europa e EUA, em parte, tem a ver com uma mudança do sistema. O problema são os mercados que administram o sistema, precisamos ter a sociedade governando", disse.
"Ontem uma jovem disse 'tomara que não venhamos aqui para salvarmos nossa cara, mas sim nosso planeta'. Bom, o grupo dos 20 mais ricos no mundo se reuniu no México e 80% não vieram a esta conferência. Para eles não é importante e continuará sendo pouco importante enquanto não mudar essa relação de poder."
Corrêa também pediu mais comprometimento com a sustentabilidade. “Temos que ir além para que possamos reduzir as emissões e preservar nosso capital natural”, disse. “É imprescindível uma mudança no que entendemos por desenvolvimento. O que nós buscamos: um modelo de consumo de um nova-iorquino? Assim vamos precisar de cinco planetas para dar conta do consumo. Temos mudar a noção de desenvolvimento.”

Colômbia
O presidente da Colômbia pediu que as metas para a sustentabilidades sejam adaptadas para a realidade de cada país. “Os compromissos da arena internacional precisam ser traduzidos para nosso país," disse Juan Manuel Santos Calderon.
"Passou da hora de diagnósticos e espero que tenha chegado a hora de alcançarmos metas especificas. Os ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) mostram que não estamos aqui em vão. O legado do Rio continua vivo para o beneficio dessa geração e das futuras.”

SNI - Liberação de Informação

Dilma foi monitorada pelo SNI durante governo Sarney


 
RUBENS VALENTE
DE BRASÍLIA
Folha Transparência Documentos abertos agora ao público mostram que a presidente Dilma Rousseff foi monitorada não apenas durante a ditadura militar (1964-85), quando foi presa e torturada, mas em todo o governo de José Sarney (1985-90), hoje presidente do Senado.
Os papéis integram o chamado "Acervo da Ditadura", do Arquivo Nacional, um conjunto de mais de oito milhões de páginas produzidas pelos órgãos de inteligência da ditadura e do governo Sarney sobre a vida de aproximadamente 308 mil pessoas, sindicatos e partidos.
Em pesquisa na base de dados do acervo, a Folha identificou um total de 181 documentos com referências a Dilma, que começam em 1968, quando ainda era estudante universitária, e se estendem ao final dos anos 80.
Dezessete dos papéis foram produzidos durante o governo Sarney pelo SNI (Serviço Nacional de Informações).
Na fase pós-ditadura, o SNI apontava Dilma como parte de uma "infiltração comunista" em órgãos da prefeitura e do governo do Rio Grande do Sul, chamando a atenção para a sua passagem pelos grupos da esquerda armada VAR-Palmares e Colina.
Os relatórios registram a atuação de Dilma no movimento feminista que, segundo o SNI, buscava "a conscientização das massas, pretendida por facções esquerdistas que almejam o poder".
O SNI também monitorou uma viagem de Dilma ao México e acompanhou comício que Dilma e Lula participaram contra a ampliação do mandato presidencial de Sarney, em 1988.
Ao integrar o secretariado de Alceu Collares (PDT) na Prefeitura de Porto Alegre, em 86, Dilma foi alvo de outro relatório. O SNI disse que a prefeitura tinha "infiltração" de pessoas "com registros de atividades subversivas".
Relatórios do SNI da década de 70 sobre Dilma dizem respeito a uma suposta ligação com a JCR (Junta de Coordenação Revolucionária), grupo de esquerda armada. Dois relatórios dizem que ela se reuniu com membros da JCR. Um terceiro relatório de 79, porém, agora revelado, diz não ter encontrado comprovação dessa alegação.
Em 2011, Dilma negou ter mantido reuniões com membros da JCR ou mesmo conhecer a organização. Procurado ontem, o Planalto disse que não vai se manifestar.
A assessoria de Sarney disse que, em seu mandato na Presidência, ele havia ordenado ao SNI que não realizasse "levantamentos sobre a vida privada" de "nenhum brasileiro". Disse ainda que não era informado sobre objetivos e resultados do SNI.
O acervo agora tornado público integra os chamados "dossiês pessoais" e só podia ser consultado por terceiros após autorização da pessoa.
Com a Lei de Acesso à Informação, o Arquivo deu prazo para as pessoas pedirem bloqueio aos seus dossiês. Ninguém, incluindo Dilma, se manifestou, o que tornou a liberação automática.

Editoria de Arte/Folhapress

FOTO DO DIA

Tigre-de-bengala mergulha para devorar um pedaço de carne em um parque em Vallejo, na Califórnia. Justin Sullivan/Getty Images/AFP


Obrigado grande Calanguete, foto indicada pelo nosso web louco ouvinte.

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Casa na árvore

O jovem carpinteiro Joel Allen usou materiais que as pessoas queriam jogar fora para construir a "Hemloft", sua casa oval na árvore no meio da montanha Whistler, no Canadá. Ele saiu da pindaíba para o sucesso na internet e economizou cerca de US$ 10.000 (cerca de R$ 20,6 mil)





Cultura


CCBB SP promove concurso nacional de dramaturgia
21/06/2012 - 00h00

Dramaturgias urgentes 250x100
O CCBB São Paulo realiza, entre os meses de junho de 2012 a março de 2013, o projeto Dramaturgias Urgentes. Trata-se de um concurso de textos curtos, com proposta de fomento à dramaturgia nacional e à formação de público para teatro, explorando sua potencialidade para debater temas contemporâneos.
O projeto propõe quatro temas distintos e inclui encontros com especialistas e criadores teatrais, além de leituras públicas dos textos selecionados em cada etapa. Ao longo do período, 130 textos dos temas receberão pareceres técnicos, contribuindo para a formação profissional dos participantes.
Para concorrer, os interessados podem enviar seus textos sobre o tema proposto para o site do projeto, entre 22 de junho e o dia 2 de julho. O tema do primeiro módulo é "A Nova Classe Média Brasileira: Os Emergentes". Os 30 primeiros enviados receberão pareceres técnicos, depois de análise.
Um encontro presencial da série, com objetivo de debater o primeiro tema, acontece hoje, às 19h30, no CCBB SP.
Proposta do projeto
Ao realizar o projeto, o CCBB pretende estimular a escrita de peças de teatro de autores brasileiros voltadas à realidade nacional, bem como aliar cultura e educação, ao propor os encontros com especialistas e a produção de pareceres técnicos sobre os textos criados.

Com curadoria da dramaturga e jornalista Marici Salomão, o projeto é aberto ao público em geral, inclusive aos funcionários, e gratuito. As inscrições não dependem da participação dos encontros e wokshops e o regulamento do concurso e outras informações estão disponíveis no site do projeto: www.dramaturgiasurgentes.com.br.
Para saber mais da programação do CCBB SP, consulte o site bb.com.br/cultura e também os perfis nas redes sociais (facebook.com/ccbbsp e twitter.com/ccbb_sp).

ALEXANDRE NOBORU YOKOI
CCBB SAO PAULO
Direto da Agência de Notícias / BB  por ANA CECILIA RIBEIRO DORNELLES FBB-FUNDACAO BB 



Sustentabilidade
Fundação BB promove debate sobre Tecnologia Social na Cúpula dos Povos

 



No início da semana, a Fundação Banco do Brasil promoveu o debate “10 pontos para uma plataforma da Tecnologia Social na Rio+20” na Cúpula dos Povos. Participaram da atividade ativistas de diversos movimentos sociais e instituições parceiras da FBB, como a Ong Articulação no Semiárido Brasileiro, a União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária, a Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários, o Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis, o BNDES e representantes do Banco do Brasil, instituidor da FBB.

Jorge Streit, presidente da Fundação Banco do Brasil, apresentou as tecnologias sociais como uma resposta para questões da sustentabilidade a exemplo do consumismo, do desperdício ou da lógica do lucro. “Queremos afirmar a tecnologia social como a solução que melhor responde ao mundo que queremos”, declarou.

Outro ponto destacado por Jorge Streit foi a importância da cooperação internacional.  “A ideia é fortalecer o conceito de Tecnologia Social na política e na gestão de países que, como o Brasil, detém rica diversidade social e pluralidade de conhecimentos, técnicas e formas de apropriação da natureza e do meio ambiente sustentáveis”, apontou o presidente.

Estratégia de reaplicação de Tecnologia Social da FBB
As Tecnologias Sociais são implementadas para resolver problemas de comunidades desprovidas, como a falta de água de qualidade, a má produção de alimentos, a inexistência de reciclagem de resíduos sólidos, a falta de educação de qualidade, a exclusão social, entre outros.

Ao certificar uma tecnologia social, A FBB prevê que ela pode ser reaplicada em outras comunidades com o mesmo problema e reconhece o potencial da iniciativa para ser transformada em política pública de largo alcance, atingindo grande número de pessoas e comunidades.

A Fundação BB faz investimentos sociais promovendo ações de cuidado ambiental, respeito cultural, solidariedade econômica e protagonismo social. Ao desenvolver projetos próprios em educação, desenvolvimento sustentável e geração de trabalho e renda, que resultem em soluções efetivas de transformação social, a FBB reafirma sua estratégia para superação da pobreza e mobilização social.

As cisternas de placas para captação de água de chuva amplamente utilizadas no semiárido brasileiro, as fossas sépticas biodigestoras utilizadas para saneamento básico nas áreas rurais são exemplos de Tecnologia Social.

Saiba mais sobre o tema no portal da FBB.


F0721095 ANA CECILIA RIBEIRO DORNELLES

Super Promoção

Mercado alemão atrai dezenas após oferecer produtos grátis a clientes nus

Promoção foi realizada por supermercado em Süderlügum.
Cada cliente podia levar produtos no valor de até 270 euros.

Do G1, em São Paulo

Um supermercado em Süderlügum, na fronteira entre Alemanha e Dinamarca, foi invadido por compradores nus no sábado depois que o estabelecimento fez uma promoção e ofereceu produtos grátis para os primeiros cem clientes (veja vídeo).
Supermercado alemão fez promoção para clientes que estivessem nus. (Foto: Reprodução)
Supermercado alemão fez promoção para clientes que estivessem nus. (Foto: Reprodução)
Segundo o jornal alemão "The Local", os clientes chegaram a acampar ao lado do supermercado "Priss", na esperança de estar entre os cem primeiros que poderiam levar mantimentos no valor de até 270 euros (R$ 700).
Promoção foi realizada por supermercado em Süderlügum. (Foto: Sebastian Iwersen/AFP)
Promoção foi realizada por supermercado em Süderlügum. (Foto: Sebastian Iwersen/AFP)
O gerente do supermercado, Nils Sterndorff, disse que ficou surpreso pela quantidade de pessoas que tentaram aproveitar a promoção de inauguração.
Cada cliente poderia levar mantimentos no valor de até 270 euros. (Foto: Reprodução)
Cada cliente poderia levar mantimentos no valor de até 270 euros. (Foto: Reprodução)
De acordo com a polícia, a promoção atraiu cerca de 250 clientes, principalmente dinamarqueses, que geralmente aproveitam os preços mais baratos de bebidas alcóolicas de confeitaria do lado alemão da fronteira.
Promoção atraiu dezenas de pessoas. (Foto: Sebastian Iwersen/AFP)
Promoção atraiu dezenas de pessoas. (Foto: Sebastian Iwersen/AFP)

Busca Amazônica



Em extinção, maior folha do mundo ainda é encontrada no Amazonas

Coccoloba tem cerca de 2,5 m de comprimento por 1,44 m de largura.
Pesquisador critica falta de incentivos para desenvolvimento de pesquisas.

Tiago Melo Do G1 AM

Árvore foi encontrada pela primeira vez em 1982, em Borba (Foto: Tiago Melo/G1 AM)
Árvore foi encontrada pela primeira vez em 1982,
em Borba (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)
Em uma expedição pela bacia do Rio Madeira, em plena Floresta Amazônica, o doutor especialista em florística e fitossociologia Carlos Alberto Cid Ferreira, encontrou uma de suas maiores paixões: a Coccoloba spp. (Polygonaceae), considerada pelo Guinness Book a maior folha dicotiledônea do mundo e que chega a ter 2,50 metros de comprimento por 1,44 metro de largura na fase adulta.
Considerado pela comunidade científica como o maior coletor de plantas herborizadas da Amazônia brasileira, Cid Ferreira comemora em 2012 trinta anos da viagem em que descobriu as folhas gigantes. O projeto intitulado 'Flora Amazônica' foi uma parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e o Jardim Botânico de Nova York.
Segundo o pesquisador, a Coccoloba é um fenômeno da natureza. ”É incrível como uma planta que tem somente um caule lenhoso, consegue levar os nutrientes do solo até suas folhas e desenvolvê-las até chegarem a tamanha envergadura", afirmou o botânico. "Outro fator interessante é que ela trabalha durante vinte e quatro horas por dia. Diferentemente das plantas comuns, a Coccoloba armazena energia durante o dia e realiza a fotossíntese durante a noite também", declarou.

Folha da Coccoloba, exposta no Inpa, possui 2.50 m de comprimento (Foto: Tiago Melo/G1 AM)
Folha da Coccoloba, exposta no Inpa, possui
2.50m de comprimento (Foto: Tiago Melo/G1 AM)
Em busca da Coccoloba pela Amazônia
Depois do Projeto 'Flora Amazônica', o pesquisador passou a ter como uma de suas metas na carreira encontrar outros locais da Amazônia outras árvores com as folhas gigantes, como aconteceu em matas secundárias das margens do rio Canumã, afluente do rio Madeira. "Encontramos a Coccoloba no município de Borba no estado do Amazonas, distante 151 km de Manaus. Tiramos diversas fotos, mas na ocasião, não trouxe nenhum exemplar".
Mais tarde, em 1993, pesquisadores do INPA e do IBAMA, realizaram uma excursão à Flona do Jamarí (RO), onde foram coletadas, de uma único espécie, duas folhas que mediam respectivamente 2,50 m x 1,44 m e 2,10 m x 1,32 m.
Atualmente, estas amostras estão registradas e catalogadas no acervo do INPA, sendo uma incorporada ao acervo científico do herbário e outra na exposição cientifica permanente da Casa da Ciência.
O botânico contou ainda que possui sua própria coleção de folhas da Coccoloba. "Tenho cerca de sessenta folhas, armazenadas em casa, para estudo particular. Mas estou querendo me separar delas. Quero doá-las à alguma escola da rede pública ou para algum museu da cidade", afirmou. "Não sou um pesquisador ciumento", completou sorrindo o doutor especialista em florística e fitossociologia.

Árvore foi encontrada pela primeira vez em 1982, em Borba (Foto: Tiago Melo/G1 AM)
Árvore foi encontrada pela primeira vez em 1982, em Borba (Foto: Tiago Melo/G1 AM) Alerta para o Brasil
Para Cid Ferreira, o Brasil é o único país onde é possível encontrar a Coccoloba, porém teme que o avanço sem a devida preservação do meio ambiente na região amazônica pode colocar as folhas gigantes em risco. Como exemplo, ele cita o cenário que encontrou ao retornar à Flona do Jamarí, em 2010. "Devido à construção de estradas e ao desmatamento, algumas árvores foram perdidas e sobraram somente oito no local", declarou.
A burocracia do país e a falta de incentivos do Governo Federal, de acordo com o pesquisador, atrapalham para o incentivo à preservação da Coccaloba. "Em 2006, durante a Copa do Mundo na Alemanha, devido à toda essa burocracia no país, perdemos a oportunidade de conseguir um patrocínio da Brahma, que queria fazer uso da imagem da Coccoloba. Apesar de todas as minhas expedições e das dos outros botânicos que vieram antes de mim, conhecemos somente 2% da flora amazônica. Os indígenas são botânicos melhores que nós", completou.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

domingo, 17 de junho de 2012

terça-feira, 12 de junho de 2012

Sem montagem

Sem Photoshop, imagens incríveis parecem montagem, mas são reais

Robson Sales / TechTudo
 
 
   
 
Depois da invenção do Photoshop ficou fácil criar imagens incríveis, com homens e mulheres voando, reflexos perfeitos e mulheres que saem nas revistas masculinas sem nenhuma celulite ou defeito. Coisas que nunca poderiam acontecer de verdade. Quer dizer, quase nunca.
Com criatividade e uma boa pitada de coragem, fotógrafos e modelos criam imagens que mais parecem montagens – mas passaram longe de uma pincelada do Photoshop.
Acredite se quiser, nenhuma dessas fotos foi editada no programa da Adobe.
O paraíso é na Terra. Água serve de espelho do céu, que refletido parece montagem. (Foto: Nikki Jane)O paraíso é na Terra. Água serve de espelho do céu, que refletido parece montagem. (Foto: Nikki Jane)
A paz espiritual na foto acima combina, na verdade, uma mulher bem perto das águas do mar e da areia. Junte isso com o reflexo do céu na água, que faz parecer estar entre as nuvens.
 
Com a cidade nas mãos. (Foto: Brian Harris)Com a cidade nas mãos. (Foto: Brian Harris)
Não há como negar: a fotografia abaixo parece que foi "photoshopada". No entanto, é justamente esse o efeito desejado pelo arquiteto, que acabou usando o tapume da obra para fazer um manifesto surrealista.


Palácio francês parece distorcido mas na verdade é o tapume colado a frente da obra (Foto Poussnik)Palácio francês parece distorcido, mas na verdade é o tapume colado a frente da obra (Foto Poussnik)
Híbrido de cavalo e zebra é resultado do cruzamento entre as duas espécies. (Foto: Spiegel)Híbrido de cavalo e zebra é resultado do cruzamento entre as duas espécies. (Foto: Spiegel)
Sustentação da torneira se esconde na queda d'água de um parque aquático na Espanha. (Foto: Divulgação)Sustentação da torneira se esconde na queda d'água de um parque aquático na Espanha. (Foto: Divulgação)
Dublê conhecido como Homem Mosca sobe de verdade no avião. Ele ficou famoso por atos irresponsáveis e emcionantes como este. (Foto: Coleção de Cathy Hansen) (Foto: Dublê conhecido como Homem Mosca sobe de verdade no avião. Ele ficou famoso por atos irresponsáveis e emcionantes como este. (Foto: Coleção de Cathy Hansen))Dublê conhecido como Homem Mosca sobe de verdade no avião. Ele ficou famoso por atos irresponsáveis e emcionantes como este. (Foto: Coleção de Cathy Hansen)
Fotografia clássica (Foto: Reprodução)Fotografia clássica juntou homem assoprando os amigos, que na verdade, estão bem longe de suas mãos. Resultado é fruto de longa distância e grande profundidade de campo. (Foto: Reprodução)
Mosca posa de skatista. Porém, ela precisou ser abatida para ficar na posição (Foto: Nicholas Hendrickx)Mosca posa de skatista. Porém, ela precisou ser morta para ficar na posição (Foto: Nicholas Hendrickx)

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Legião Urbana - Integrante sobrevive

Ex-baixista da banda Legião Urbana
vai para abrigo público no Rio

Renato Rocha virou morador de rua e diz que irá dar a volta por cima
Do R7, com Rede Record | 11/06/2012 às 12h00
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O ex-baixista do grupo Legião Urbana, Renato Rocha, que há cinco anos mora nas ruas do Rio de Janeiro, quer dar a volta por cima. Rocha resolveu procurar ajuda por conta própria, uma semana depois de a banda completar 30 anos.

Ele procurou abrigo em um albergue da Prefeitura do Rio. Há três meses, a equipe da Rede Record descobriu o músico nas ruas da cidade. Apesar da situação de miséria, Rocha ainda era reconhecido pelos fãs.

A história do músico famoso que virou morador de rua comoveu muita gente. Depois que o programa Domingo Espetacular exibiu a reportagem, ele aceitou passar por uma avaliação médica e chegou a se internar numa clínica particular que oferecia tratamento psiquiátrico de graça. Porém, desistiu e voltou para as ruas.

Mais uma vez ele decidiu deixar as calçadas do centro da cidade e, por enquanto, aceitou receber ajuda.

— Quando a gente tá no anonimato as pessoas falam ex. Eu não sou ex, eu estou vivo, sou hoje, agora e continuo tocando.

Renato Rocha está no maior abrigo do Rio de Janeiro, um local com uma área de quase 6.000 m², onde vivem 350 pessoas.

Segundo a psicóloga que trata do músico, ele chegou bem confuso pelo que havia acontecido na vida dele.

— Estamos realizando o trabalho para que ele possa ser reinserido na sociedade.

Os profissionais do abrigo estão providenciando os documentos que Renato Rocha há muito tempo não tem. Depois disso pretendem fazer o acompanhamento psicológico para que ele consiga recuperar a autoestima.

O músico viveu o auge do sucesso da Legião Urbana. Tocou nos três primeiros discos e ajudou a compor muitos sucessos. O casamento com a banda, no entanto, durou até 1988, quando foi expulso do grupo depois de se desentender com os integrantes. Os colegas diziam que ele não cumpria os horários, chegava atrasado para os ensaios e era indisciplinado.

Aos 51 anos de idade, Rocha tem dois filhos adolescentes, que não vê há pelo menos dois anos. O fim da carreira como baixista coincidiu com o fim do casamento dele e do relacionamento com os pais. Ele foi morar nas ruas e insiste em dizer que não tem vícios.

— Eu nunca uso drogas.

A decisão de buscar ajuda aconteceu exatamente uma semana depois do tributo à banda, que virou lenda nos anos 80 e 90. O show lembrou os 30 anos do surgimento do Legião Urbana. Ao ver o vídeo do tributo, o baixista se lembrou de como o líder Renato Russo era perfeccionista e o comparou com o ator Wagner Moura, que o interpretou no show.

-— O vocalista é bom, mas poderia ter ensaiado mais. O Renato ensaiava muito antes.

Rocha quer voltar aos palcos e, enquanto isso não acontece, vai ensaiando um retorno com uma banda improvisada do abrigo.
                          


UOL

domingo, 10 de junho de 2012

Idosa Sagaz



'Foi um ato de desespero', diz filha de idosa que atirou em suspeito no RS

Homem invadiu apartamento da mulher de 87 anos em Caxias do Sul.
Após apresentar-se à polícia, ela foi liberada e está em casa.

Tatiana Lopes  RS
Idosa atira em assaltante em Caxias do Sul, RS (Foto: Reprodução/RBS TV)
Fachada do prédio onde a idola matou o assaltante
(Foto: Reprodução/RBS TV)
Um ato de desespero. Assim a filha da idosa de 87 anos que atirou em um suspeito que invadiu seu apartamento na tarde de sábado (9), em Caxias do Sul, na Serra do Rio Grande do Sul, define a ação da mãe. Com o disparo, que atingiu o peito, o homem morreu no local, segundo informações da Brigada Militar, que atendeu a ocorrência.

 A polícia foi acionada por familiares da idosa, que entrou em contato logo após o ocorrido. Surpresa com a ação da mãe, a filha diz que a decisão de atirar foi tomada em um ato de desespero. "Ela estava no quarto e acordou com o 'cara'. Quando viu o olhar dele, como se fosse atacar, ela não pensou duas vezes. Foi um ato de desespero", relatou Régia Prá.

Ainda segundo a filha, o homem conseguiu entrar no apartamento da idosa ao subir no telhado de uma escola que fica ao lado do prédio, localizado no Centro da cidade. Ela mora sozinha, no segundo andar.

Os familiares estavam em uma chácara distante cerca de 6 quilômetros de Caxias do Sul quando receberam a ligação. A idosa não conseguia contato com a polícia e pediu ajuda dos parentes, que acionaram o serviço. Uma equipe da Brigada Militar chegou antes da família ao prédio. O corpo foi removido, e a senhora foi até a delegacia prestar depoimento. Depois, foi liberada.

A família ainda não sabe se a idosa terá de voltar à delegacia para mais esclarecimentos. "Ela voltou para casa, acho que não tem como ter dúvidas que de ela agiu em legítima defesa", comentou a filha.
Segundo Régia, a mãe é uma pessoa tranquila e, apesar de abalada com o fato, preferiu seguir em seu apartamento, onde mora sozinha. "Ela é muito católica, preferiu se resguardar e rezar", contou. A arma que a idosa usou para atirar no suspeito era herança da família, e estava guardada com munições havia mais de 35 anos, de acordo com a filha.

Rondoniaovivo.com

Ministério da Justiça divulga arquivos confidenciais sobre Ovni's em RO Dizem as pessoas que acreditam em vida lá fora que não estamo...