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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

By BBC

Fotógrafa havaiana cria retratos 'barrocos' debaixo d'água

Trabalho da artista já foi comparado com o de Caravaggio.
Ela foca em elementos como luz e sombra.

 
A artista conta que adora fazer fotos submersas, especialmente por causa da maneira que a luz reage à água (Foto: Christy Lee Rogers )
A artista conta que adora fazer fotos submersas, especialmente por causa da maneira que a luz reage à água (Foto: Christy Lee Rogers )

A fotógrafa havaiana Christy Lee Rogers conta que aprendeu com o pai, que era surfista, a ter um profundo respeito pela água. "Por quase toda minha vida toda, eu vivi cercada de água. Sem ela, não há vida". Veja a galeria.

E essa "obsessão" permeia quase todos os seus trabalhos, como o recente Reckless Unbound, uma série de fotos que retrata movimentos e cores debaixo d'água.

"Fotografar debaixo d'água é como jogar com novas regras. Talvez seja por isso que eu goste tanto", diz a artista. "A água reage à luz de uma maneira muito diferente do ar, muito mais devagar."

Christy conta que usa pessoas criativas como modelos e que ensaia muito com elas os movimentos antes de iniciar a sessão de fotos.

Por sua ênfase em elementos como luz, sombra, movimento e dramaticidade, o trabalho da fotógrafa já foi comparado com pinturas do mestre do barroco Caravaggio.

As artista, que vive entre Los Angeles e Kailua (Havaí), conta que não usa recursos de tratamento de imagens, como o Photoshop em seu trabalho.

Outros trabalhos da fotógrafa podem ser vistos em seu site (acesse).

 Antes da sessão de fotos, ela testa vários tipos de tecidos para ver qual tem o melhor movimento na água. “Sinto como se estivesse pintando com esses tecidos”, conta (Foto: Christy Lee Rogers )
Antes da sessão de fotos, ela testa vários tipos de tecidos para ver qual tem o melhor movimento na água. “Sinto como se estivesse pintando com esses tecidos”, conta (Foto: Christy Lee Rogers )
 
 “As pessoas sempre me pedem para explicar em palavras as minhas obras. Mas, honestamente, algumas vezes não encontro palavras perfeitas para expressar o que eu quero”, conta Christy (Foto: Christy Lee Rogers )
"As pessoas sempre me pedem para explicar em palavras as minhas obras. Mas, honestamente, algumas vezes não encontro palavras perfeitas para expressar o que eu quero”, conta Christy (Foto: Christy Lee Rogers )
 PvhC.A.O.S. - até embaixo dágua meu patrão!!

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Hefeweizen: cerveja para o fim da manhã

Estamos de volta, depois de tanta coisa, computador quebrdo, equipamento que sumiu, dentre outras mais pessoais, mulher louca, maluco beleza, greve, essas coisas.. . .. ESTAMOS AÍ MOSTRANDO O QUE ACONTECE NO MUNDO e ao vivo pela Web Rádio PvhC.A.O.S. www.pvhcaos.com.br - Rock de Verdade.

Por Eric Asimov- The New York Times News Service/Syndicate


No calor do final do verão, quando meio mundo parece ter saído da cidade de férias, um copo de cerveja de trigo ao fim da manhã pode ser outro tipo de saída agradável. Na Bavária, lar do estilo hefeweizen de se fazer a cerveja de trigo, esse refresco é um componente essencial do brotzeit, ou segundo café da manhã.

o calor do final do verão, quando meio mundo parece ter saído da cidade de férias, um copo de cerveja de trigo ao fim da manhã pode ser outro tipo de saída agradável. Na Bavária, lar do estilo hefeweizen de se fazer a cerveja de trigo, esse refresco é um componente essencial do brotzeit, ou segundo café da manhã.
O brotzeit pode consistir de um pouco de pão com queijo ou, melhor ainda, um pretzel fresco; talvez salsicha de vitela; alguns nabos brancos compridos, e uma hefeweizen.
Em alemão, hefeweizen quer dizer levedo de trigo, pois essa cerveja tradicionalmente dispensa filtragem, deixando-se as pequenas partículas de sedimento de levedura para que a cerveja dourada fique turva. Pode ser essa sugestão de solidez o que leva os alemães a se referirem ocasionalmente à hefeweizen como "pão engarrafado".
Os americanos podem ver com desconfiança um copo de cerveja antes do meio dia, mas a hefeweizen é leve, crocante, pouco alcoólica, inegavelmente refrescante e, creem os alemães, boa para a digestão.
Não importa a que hora do dia, no entanto, o estilo hefeweizen tornou-se popular entre os consumidores americanos, cuja própria contribuição à tradição foi servir a cerveja com uma lâmina de limão na borda do copo, mergulhado numa espuma que deve ser um tanto rústica.
Também as cervejarias americanas estão se interessando pela hefeweizen, que é só um estilo específico entre muitas outras cervejas de trigo. A kristalweizen é similar à hefeweizen, mas foi filtrada, então é transparente. A berliner weisse é agradavelmente azeda, a dunkelweizen é uma versão mais escura da hefeweizen, enquanto a weizenbock é mais escura e poderosa.
A Bélgica também tem sua miríade de witbiers, crocantes, vivazes, também sem filtro e geralmente aromatizadas com ervas e especiarias.
Outra coisa que distingue as hefeweizens são os aromas pronunciados, em geral de cravo, mas também de banana, maçã, cítricos, fumaça e mesmo de chiclete. Não se trata aqui da ladainha dos aromas frutados que em geral torna as descrições de vinhos tão cômicas em sua especificidade, mas uma coleção de aromas distintos que sempre aparecem. Podem ser diferentes quanto à sua proporção e intensidade, mas sempre identificam o estilo como hefeweizen.
Sierra Nevada Kellerweis, a hefeweizen style beer. In the heat of a waning summer, when half the world seems to have taken off on vacation, a late-morning glass of wheat beer can be another sort of pleasurable departure. In Bavaria, home of the hefeweizen style of wheat beer, such refreshment is an essential component of the brotzeit, or second breakfast. (© Christopher Gregory/The New York Times)

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