Pvhcaos - AO VIVO

domingo, 20 de novembro de 2011

Batalha de Bboys que acontece na Rússia, produzido pela Red Bull, dispensa comentários, assista:





Fonte Bboy Guil - www.bboydownload.com



PvhCAOS - Sinisssstro mano

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

SWU news

Briga entre produções tem troca de socos em show do Ultraje a Rigor

Show do Ultraje atrasou por causa da chuva e pressionou os demais.
Ricardo Trovão, irmão de Roger, quebrou o dedinho em briga com roadie.

 

 

 

 

O show do Ultraje a Rigor no SWU foi marcado por uma troca de socos em pleno palco, testemunhada pelo público e pelos integrantes da banda. A briga aconteceu logo após o fim da primeira música, aumentando a tensão em torno da apresentação do grupo, que antes já havia enfrentado problemas com o atraso: por causa da chuva e dos ventos fortes, passou de 16h05 para 17h40. Com isso, o show da banda brasileira colou no do norte-americano Chris Cornell, programado para 18h30, e pressionou a grade de horários, que se completaria com show de Peter Gabriel, às 22h50. Assista ao lado a entrevista com Ricardo Trovão, irmão de Roger que participou da briga.
(Observação: inicialmente, o G1 informou que a troca de socos foi entre assistentes do Ultraje a Rigor e do cantor Chris Cornell. Posteriormente, um assistente do Ultraje disse que a briga foi com um roadie do cantor Peter Gabriel.)
Soco (Foto: Caio Kenji/G1)Momento da briga durante o show de Ultraje a Rigor (Foto: Caio Kenji/G1)
"Queria agradecer o Chris Cornell, que tá aqui vendo a gente", afirmou Roger Moreira, vocalista do Ultraje a Rigor, ao concluir o número de abertura. Em seguida, ele disse que dedicaria a música seguinte "para esses artistas de merda". "A gente sabe que eles são mais importantes. Vamos dedicar essa aqui pra eles. Espero que eles entendam pelo menos um pouquinho de português". E veio "Filho da puta". A partir daí, o público passou a se manifestar contra Chris Cornell. Ao final da apresentação do Ultraje, parte da plateia gritava "Ei, Cornell, vai tomar no cú!".


Ainda na primeira metade do show, Roger ganhou adesão do público ao lamentar o efeito do atraso. "Esse artista em questão, do qual eu sou fã, ou era fã, quer que a gente termine o show mais cedo. Senão, eles vão embora. Oooohh...", ironizou. Nesse momento, eram intensos os xingamentos dirigidos a Cornell.
Mas a briga, Roger revelaria depois em seu twitter, era com Peter Gabriel. "A equipe de Peter Gabriel queria que tocássemos só meia hora. Mandamos à merda. Colocamos os caras no lugar deles", escreveu. Em entrevista, Ricardo Trovão, irmão de Roger e integrante da produção envolvido na troca de socos, confirmou que o desentendimento foi com a equipe de Gabriel. "Quebrei o dedinho", falou Trovão.

Fonte: G1







PvhCAOS -  É tiro, facada e Porrada meu irmão......
 

Rock in Irregularidades

Nos foi enviado via mail
vale conferir




Ministério da Cultura destina R$ 12,3 mi para Rock in Rio a contragosto do TCU
Publicação: 24/10/2011 06:41 Atualização: 24/10/2011 07:17
Brasília – Contrariando recomendações do Tribunal de Contas da União (TCU) de descentralizar e democratizar projetos culturais, o Ministério da Cultura autorizou a destinação de R$ 12,3 milhões para a produção do Rock in Rio Brasil 2011, o maior e um dos mais rentáveis festivais de música da América Latina.

A captação, via Lei Rouanet, contrariou pareceres técnicos internos da própria pasta, que contestaram o volume de recursos públicos destinado a um projeto lucrativo e cobraram maior contrapartida dos produtores. Depois da aprovação das verbas, funcionários ligados ao convênio e autoridades do ministério ainda ganharam passe livre para o festival.

A “caravana” do Ministério da Cultura contou com o aval e a presença do secretário de Fomento e Incentivo à Cultura, Henilton Parente de Menezes. Servidores que ocupam cargos comissionados postaram fotos da viagem nas redes sociais. O Código de Ética da Administração Federal estabelece limite de R$ 100 para presentes. O ingresso mais barato do Rock in Rio custava R$ 190 na bilheteria.

A festa dos funcionários públicos só ocorreu porque o ministério ignorou recomendações da própria pasta e dos órgãos de controle.Documentos obtidos pelo Estado de Minas revelam a preocupação de técnicos do ministério com o descumprimento da legislação, que estabelece a adoção de medidas para facilitar o acesso às atividades culturais. Por esses pareceres, o dinheiro público deveria financiar eventos culturais que encontram dificuldades de se bancar.

Não foi o caso do Rock in Rio. A receita prevista do festival era de R$ 34,2 milhões.

Segundo os próprios organizadores, os números do evento, que aconteceu no mês passado no Rio de Janeiro, surpreenderam. Foram mais de 700 mil pessoas em sete dias. A Instrução Normativa 1 do ministério afirma que “os preços de comercialização dos ingressos devem ser estipulados com vistas à democratização do acesso”. Os valores acima de R$ 190 não se encaixam no perfil, segundo especialistas ouvidos pela reportagem.

Para o ministério, a democratização do festival ficou por conta da distribuição gratuita de 5.042 ingressos destinados a jovens e professores de escolas públicas do Rio de Janeiro, e das oficinas de música. Segundo o secretário Henilton Menezes, que foi ao festival, os ingressos não são considerados presente e, por esse motivo, não há violação da regra que não permite regalos acima de R$ 100. “É uma obrigação que o produtor envie para o ministério, e eles perdem a validade. Adotei então essa metodologia de qualificação. Coloco à disposição para que minha equipe participe do movimento cultural brasileiro. Foi uma decisão minha”, afirma, negando conflito de interesse. “Por que ele vai pagar se é doado por lei?” O secretário sustenta que a prática acontece corriqueiramente e que ele mesmo vai aos eventos – que têm apoio do Ministério da Cultura – de graça. “Sou o secretário de Fomento à Cultura”, disse.

Questionado se a ministra Ana de Hollanda tinha conhecimento da “política de distribuição interna” de ingressos para eventos culturais na pasta, Henilton respondeu: “Ela não sabe de tudo que acontece no ministério”, completando que tem um cargo de confiança que lhe dá esses poderes.

Fiscalização

O projeto do Rock in Rio, enquadrado como “música popular”, foi alvo de diligências desde agosto do ano passado. A equipe técnica encontrou irregularidades no projeto inicial apresentado pela empresa Dream Factory Comunicação e Eventos Ltda. No entanto, a captação de R$ 4,3 milhões foi autorizada em 29 de outubro. Os produtores conseguiram apoio das Lojas Leader, Sky Brasil, Rio de Janeiro Refrescos, Hurgus Comércio e Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, um dos maiores contribuintes, com R$ 1,2 milhão.

Na Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (Cnic), o parecer ressaltava outra irregularidade já apontada pelo TCU: a de que os projetos não apresentavam informações suficientes sobre a proposta. A Cnic apontava que grande parte do orçamento estava destinada à estrutura do evento, incluindo lojas, bares, restaurantes e entretenimento, e não às atividades culturais. Os conselheiros também alertaram que a proposta não apresentava todos os custos do Rock in Rio e incluía despesas proibidas, como passagens de primeira classe e refeições para pessoas que não estavam diretamente ligadas à produção do evento.

A reportagem entrou em contato com a produtora, mas não recebeu resposta até o fechamento desta edição.

http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2011/10/24/interna_politica,257719/ministerio-da-cultura-destina-r-12-3-mi-para-rock-in-rio-a-contragosto-do-tcu.shtml



-fonte: Carlos Gomes
www.myspace.com/udjc


PvhCAOS - O certo é o certo.......

Rondon Rock Festival 2018

Saíram os aúdios https://drive.google.com/open?id=1qKpgG1vbzZE5uE8hPGD5_1CxS-wXAYun compartilhem, use e abuse Porto Velho Caos - A...