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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

A HORA DA CENSURA É AGORA

MANIFESTO CONTRA A PUTARIA QUE ASSOLA NOSSA CIDADE - PORTO VELHO 

A CENSURA CHEGOU, E NÓS DA PORTO VELHO CAOS, ESTAMOS INCONFORMADOS COM ISSO,  A HORA DA CENSURA É AGORA MESMO.

É LUTO NESSA PORRA, QUE SE FODA ESSA POLITICAGEM DE MERDA QUE VAI CORRER ATRÁS DO PODER DE UMA CIDADE E DEPOIS SUGAR O QUE DER.

NÃO ACHO ISSO JUSTO POR ISSO ESTAREMOS DE LUTO POIS O ESTADO FALIDO QUER CORROMPER CADA VEZ MAIS.


CENSURA NUNCA MAIS

CID
PVHCAOS

domingo, 5 de agosto de 2012

Consideração..Necessidade, Será..?


Governo do AM pode reconsiderar uso do mercúrio em garimpo após mobilização de ambientalistas e cientistas

SDS e cooperativas ainda vão avaliar se substituição do cadinho por equipamento mais moderno é viável economicamente

    Polêmica é que alternativa ao uso é muito cara para pequenas cooperativas que operam na calha do rio Madeira
    Polêmica é que alternativa ao uso é muito cara para pequenas cooperativas que operam na calha do rio Madeira (Arquivo/AC)

    Alvo de ataque e de uma intensa mobilização contrária por parte de cientistas e ambientalistas desde que seu uso foi permitido pelo governo do Estado há quase três meses, o mercúrio nos garimpos pode ser retirado das normas de procedimento da Resolução 011/2012 aprovada pelo Conselho Estadual do Meio Ambiente do Amazonas (Cemaam).
    O mercúrio é um metal natural que assume diferentes formas químicas. Sua forma metálica, utilizada para amalgamar o mercúrio do ouro líquido, tem efeito altamente tóxico e danoso à saúde do ser humano e do meio ambiente.
    Níveis elevados de mercúrio causam danos no cérebro, no coração, nos ruins e nos pulmões, segundo relatório do Ministério do Meio Ambiente. No Amazonas, as conseqüências para a saúde humana são graves devido à ingestão prolongada de peixes contaminados por mercúrio devido à sua cadeia alimentar, conforme alerta o cientista Ennio Candotti.
    Para descartar o uso do mercúrio, contudo, as quatro cooperativas que operam no Amazonas (todas na calha do rio Madeira) precisarão receber financiamento estadual que lhes permitem adquirir um equipamento que substitua o cadinho (condensador), instrumento responsável pelo amálgama que solidifica o ouro líquido e separa o metal. O equipamento alternativo é a mesa vibratória, cujo valor é considerado elevado.
    Financiamento
    Nesta segunda-feira (06), representantes das cooperativas participam de uma reunião com a titular da Secretária Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS), Nádia Ferreira e a direção da Agência de Fomento do Amazonas (Afeam). Nádia afirmou que também convidaria o superintendente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Marco Antônio Oliveira.
    Em entrevista ao jornal A CRÍTICA, Nádia Ferreira admitiu que, “em função de toda a discussão” gerada sobre o mercúrio, a autorização pode ser reconsiderada, desde que as cooperativas tenham condições viáveis social e econômica de utilizar a mesa.
    Ela esclareceu, porém, que a proposta será discutida em reunião para analisar a necessidade de ajustes que acontece no próximo dia 14 com membros do Cemaam e pesquisadores e representantes de instituições convidadas, como Conselho de Geodiversidade, Fórum Amazonense de Mudanças Climáticas e Ministério Público Federal do Amazonas. “Entendo que ela pode ser melhorada. Leis são alteradas, decretos são alterados. Nada impede que a resolução seja aperfeiçoada. O ideal é não ter mercúrio”, disse Nádia.
    Mobilização
    A liberação do uso do mercúrio no Amazonas gerou uma intensa polêmica no meio científico de Manaus, tendo à frente o diretor do Museu da Amazônia (Musa), Ennio Candotti, e teve repercussão nacional. Um dos questionamentos é que cientistas não foram consultados para dar clareza às consequências nocivas do metal. Outra crítica referiu-se a pouca informação sobre como se dará a fiscalização e o monitoramento de seu uso nos garimpos.
    No último dia 31, o MPF/AM recomendou à SDS que o órgão não autorize o mercúrio na atividade garimpeira antes que o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e à 4ª Câmara de Coordenação e Revisão (CCR) do MPF envie parecer técnico e jurídico sobre a resolução. Para o MPF, a medida não adotou os meios adequados de mecanismos de controle.
    Nádia Ferreira disse que a Resolução é um “avanço”, pois regulamenta uma atividade tradicional no Amazonas que até então não estava subordinada a procedimentos e ordenamentos. Ela disse ainda que o governo, por meio da Secretaria Estadual da Geodiversidade e Recursos Hídricos, vai realizar um mapeamento sobre a realidade da atividade garimpeira do Estado e sobre os próprios garimpeiros.
    Inviável 
    A tentativa de minimizar os impactos da atividade garimpeira sem o uso do mercúrio pode ser inviável economicamente para as cooperativas por se tratar de associações pequenas e familiares, diferentes de empresas que operam em grande escala por meio de dragas nos rios. A avaliação é do superintendente da CPRM, Marco Antônio Oliveira. Ele diz que a tecnologia fornecida pela mesa vibratória é mais utilizada por empresas por meio de dragas modernas.
    “A maioria dos garimpeiros que atua no rio Madeira é composta por pequenos balseiros (referente às balsas). É preciso avaliar se é viável para eles. Se eles terão condições de comprar um equipamento caro. Se for numa escala maior, industrial, compensa, porque é um investimento muito alto. Uma produção menor, feita pelas cooperativas, não se paga”, disse Oliveira, que participou dos debates sobre a Resolução 011/2012 e é favorável ao uso do mercúrio, desde que seja controlado e haja fiscalização.
    Controle
    Um dos opositores do uso do mercúrio, Carlos Durigan, coordenador-geral da Fundação Vitória Amazônica (FVA), defende a “total proibição” do metal e mostra-se relutante quanto à adoção de alternativas. “Elas são muito paliativas. Não dá para permitir pelo simples fato de gerar um benefício econômico”, afirma Durigan.
    Segundo Durigan, a Resolução não detalha os mecanismos de controle sobre o mercúrio e deveria ser mais rígida sobre todas as etapas que envolvem a cadeia comercial e de seu uso, bem como da sua manipulação pelos trabalhadores do setor.
    “Não há nenhuma menção sobre os impactos mecânicos da atividade e possíveis formas de mitigar estes impactos, uma vez que o uso de dragas em rios, igarapés e lagos na Amazônia geram profundas mudanças nas dinâmicas destes corpos d'água e afetam sua biodiversidade. E por fim, não há nenhum controle especial sobre a possibilidade deste tipo de atividade ocorrer em Unidades de Conservação e Terras Indígenas”, disse
    Fiscalização
    O pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Bruce Forsberg, que tem entre suas especialidades a biogeoquíca do mercúrio e carbono em ecossistemas fluviais, afirma que uma de suas maiores preocupações com a permissão do uso do mercúrio é quanto à adoção e à capacidade do Estado de realizar uma ação eficaz de fiscalização e monitoramento rigorosos da atividade e de seu impacto.
    “Na minha experiência em pesquisa, nunca vi uma ação forte no interior onde esses processos (garimpo) estão acontecendo. A fiscalização de garimpo é mais complexa. Tem que ter gente no campo sempre”, disse Forsberg, que participou de uma reunião na última sexta-feira com Nádia Ferreira.
    O cientista também disse que embora seja importante o governo fazer um ordenamento da atividade garimpeira, é preciso consultar não apenas “o pessoal da área de geologia”, mas especialistas em impactos para elaborar uma resolução sob a perspectiva científica. Ele contemporizou a polêmica, contudo, e disse que “ainda é cedo para condenar” a medida. “Acho que é possível, desde que seja controlado”, disse.
    Bruce Forsberg destacou ainda que o metal deve ser totalmente proibido em áreas de águas pretas, como é o caso do Alto Rio Negro, onde há um forte potencial de mineração, incluindo a exploração do ouro.
    “Já existe uma concentração muito alta de mercúrio natural nas águas pretas, como o rio Negro. Por isso que é preciso fazer um zoneamento da atividade. É importante ter uma visão geográfica, saber em quais sistemas é mais perigoso. O problema não é apenas o mercúrio. O garimpo causa assoreamento e erosão. É preciso restringir. Não pode trabalhar em terra ou pequenos igarapés. Tem que especificar mais claramente as limitações”, explica.
    Ipaam
    O diretor-presidente do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), Ademir Stroski, disse que o órgão vai lançar uma seleção para contratar servidores que atuarão na fiscalização da atividade garimpeira. Outra iniciativa é a criação de um escritório no município de Humaitá.
    A titular da SDS, Nádia Ferreira, afirmou que as sugestões de Bruce Forsberg serão apresentadas na reunião do próximo dia 14. Ela contou que a ação de fiscalização pode ser adicionada nos ajustes que serão incorporados à Resolução 011/2012.
    Petição
    A Resolução 011/2012 do Cemaam foi emitida no dia 09 de maio de 2012. No início de junho, após ser tornada pública, a medida provocou uma mobilização pedindo a retirada do uso do mercúrio.
    Uma das iniciativas foi uma petição online contra a resolução. Ela chegou a alcançar quase 700 mil assinaturas pedindo a proibição. Outra manifestação foi uma carta aberta divulgada no dia 2 de junho pelo Museu da Amazônia na qual a instituição alertava para os perigos do mercúrio.
    O Amazonas é uma das maiores fontes de ouro do país. Segundo a CPRM, há ocorrência do minério na calha do rio Madeira, no sul do Amazonas próximo da divisa com o Pará, na região do Alto Solimões, no rio Japurá e no Alto Rio Negro.
    Conforme a CPRM, a valorização do ouro continua elevada e estimulando mais pessoas a atuar na atividade garimpeira.
    A legislação brasileira que dispõe sobre o uso do mercúrio metálico na extração de ouro é o Decreto 97.597 de 13 de fevereiro de 1989. O decreto veda o uso de mercúrio na atividade de extração de ouro, exceto em atividade licenciada pelo órgão ambiental competente.

    Maior Pintura 3d


    Alemão cria maior pintura 3D do mundo

    Pintura cobre uma área de 1.570 m quadrados.
    Obra foi feita em praça na cidade de Wilhelmshaven, na Alemanha.




    137 comentários
    Gregor Wosik e três outros artistas criaram esta imagem, que abrange 1.570 metros quadrados (Foto: MICHAEL BAHLO/AFP)
    Gregor Wosik e três outros artistas criaram esta imagem, que ocupa 1.570 metros quadrados em praça na Alemanha (Foto: MICHAEL BAHLO/AFP)

    A obra feita na Alemanha representa a arca de Noé e animais em
     sua volta. A pintura em 3D superou a obra de 1.120 metros quadrados pintada pelo britânico Joe Hill no distrito financeiro de Canary Wharf, em Londres, em 2011.
    A Sociedade Guinness ainda tem que reconhecer o resultado para que ele possa ser inscrito no Livro Guinness de Recordes Mundiais.

    Rondoniaovivo.com

    Ministério da Justiça divulga arquivos confidenciais sobre Ovni's em RO Dizem as pessoas que acreditam em vida lá fora que não estamo...