Pvhcaos - AO VIVO

sábado, 28 de setembro de 2013

AO VIVO - Kali e os Kalhordas

E hoje tem comemoração ao vivo, do pioneiros Pub, em porto velho, Kali e os Kalhordas, abrindo banda Versalle.

E você confere ao vivo aqui na portovelhocaos.com.br

adicione face - webradio pvhcaos.

Porto Velho C.A.O.S. - Rock de verdade


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Música

Mãe do cantor revela fotos de kurt cobain

na juventude



Wendy O'Connor coloca à venda casa onde família morou em Aberdeen.
Ela pretende transformar o local em museu em homenagem ao filho.

Do G1, em São Paulo
Fotos de Kurt Cobain quando criança na casa onde a família morou em Aberdeen, Washington, EUA (Foto: AP Photo/Courtesy Kim Cobain)Fotos de Kurt Cobain quando criança na casa onde a família morou em Aberdeen, Washington, EUA (Foto: AP Photo/Courtesy Kim Cobain)
Wendy O'Connor, mãe de Kurt Cobain, e a irmã Kim Cobain divulgaram fotos da infância e juventude do cantor, que morreu em 1994, aos 27 anos, para ajudar na venda da casa onde a família morou em Aberdeen, Washington, nos EUA.
O bangalô, avaliado em US$ 500 mil, é próximo a um parque ribeirinho dedicado à memória de Cobain. A família diz que gostaria de encontrar parceiros para poder transformar a casa em um museu. Seu quarto ainda conta com pôsteres de bandas como Iron Maiden e Led Zeppelin.
"Nós decidimos vender a casa para criar um legado para Kurt, e sim, há alguns sentimentos contraditórios uma vez que todos nós amamos a casa e carregamos tantas memórias ótimas", declarou Kim Cobain, em um comunicado. "Mas a nossa família se mudou de Washington, e nós sentimos que é a hora de deixar de ir à casa", completou.
Os pais de Cobain compraram a casa em 1969, quando Kurt tinha dois anos. Ele viveu lá até os nove, quando eles se separaram, e depois com sua mãe durante a adolescência.
Kurt Cobain na casa onde a família morou em Aberdeen, Washington, EUA (Foto: AP Photo/Courtesy Kim Cobain)Kurt Cobain na casa onde a família morou em Aberdeen, Washington, EUA (Foto: AP Photo/Courtesy Kim Cobain)

sábado, 21 de setembro de 2013

Vem mais Beatles ..

Álbum dos Beatles com gravações inéditas será lançado em novembro

Atualizado em  19 de setembro, 2013 - 14:51 (Brasília) 17:51 GMT
Beatles. Foto: AP
O álbum com gravações inéditas será lançado no dia 11 de novembro
Um álbum com gravações inéditas dos Beatles será lançado em novembro.
On Air - Live At The BBC Volume 2 reúne músicas do início da carreira do grupo gravadas na BBC entre 1963 e 1964, comoLucilleThe Hippy Hippy Shake e I’m Talking About You.
Entre as músicas estão várias que nunca foram gravadas pelo grupo para a sua gravadora na época.
Há também gravações do grupo conversando com os apresentadores da rádio.
O álbum, que chega às lojas no dia 11 de novembro, sucede o álbum Live at the BBC, lançado em 1994.

275 apresentações

Os Beatles gravaram várias músicas durante 275 apresentações na BBC, entre março de 1962 e junho de 1965.
Eles apareceram em 39 programas de rádio em 1963 e, em um único dia, gravaram 18 músicas para três edições da série Pop Go The Beatles - em uma sessão que durou quase sete horas.
No total, eles tocaram 88 músicas diferentes, a maioria gravadas em tomadas com pouco tempo para acertar o som.
"Tudo foi feito de imediato", lembrou George Harrison.
"Nós dirigíamos 200 milhas (320 km) em uma velha van, entravávamos em Londres, chegávamos na BBC, montávamos os equipamentos, e fazíamos o programa. Depois dirigíamos para Newcastle para fazer um show à noite."
O lançamento vai incluir diferentes versões de algumas das canções que estão no álbum Live at the BBC, e entrevistas gravadas em novembro de 1965 e maio de 1966 para a série BBC Pop Profile.
O álbum original Live At The BBC liderou as paradas quando foi lançado, em 1994, vendendo mais de 5 milhões de cópias em todo o mundo em seis semanas.
Sua versão remasterizada também sairá no dia 11 de novembro, para coincidir com o lançamento do volume 2. Os dois álbuns chegarão ao mercado nos formatos CD, vinil e mp3.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Colabore, Apoie o Underground

A Web Rádio Rock PvhC.A.O.S. vem solicitar a sua ajuda.

Deposite a quantia que julgar necessária e apoie uma iniciativa que envolve Cultura e Arte, e não deixe o underground afundar.

Contribuições:

Banco do Brasil
Ag 3181-X
Conta 2041439-0
Titular Cid Avelino de Souza Junior

Em nome da Cultura, arte e comunicação alternativa.....Agradecemos!

Cid Avelino de Souza Junior
Colaborador / Voluntário

Se a dilma desse chance pros Índios ....

Brasil - Mulher indígena lidera a reocupação de sua terra ancestral após a morte de seus três filhos

Indígenas Guarani realizaram uma corajosa ‘retomada’ (reocupação) da plantação de cana-de-açúcar que tomou
 conta da sua terra ancestral. O grupo é guiado pela liderança de Damiana, uma mulher que viu seu marido e seus
 três filhos morrerem na beira da estrada onde eles viveram por 10 anos.
Seu acampamento na beira da estrada foi misteriosamente destruído em um incêndio no último mês e pistoleiros
 ameaçaram matá-los. O mesmo acampamento foi incendiado por pistoleiros em 2009.

Em um comunicado divulgado na segunda-feira, Damiana Cavalho, líder da comunidade Apy Ka’y, disse: ‘Decidimos
 reocupar a parte de nossa terra tradicional onde tem mina d’água boa e restante da floresta’.

‘Decidimos voltar na terra onde estão enterrados 3 crianças atropeladas e dilaceradas pelos carros das fazendas,
 2 lideranças assassinadas pelos pistoleiros dos fazendeiros, uma idosa xamã com 70 anos faleceu por intoxicação 
de veneno lançado de avião agrícola’.

Essa é a quarta vez que a comunidade Apy Ka’y reocupou seu ‘tekoha’ (terra ancestral) no estado do Mato Grosso 
do Sul, desde que os fazendeiros se mudaram há aproximadamente 15 anos atrás. Todas as vezes que os Guarani
 retornaram, os fazendeiros os expulsaram à força e a comunidade têm vivido à beira da rodovia em condições 
degradantes e perigosas durante os últimos 10 anos.

Os Guarani Kaiowá da comunidade Apy Ka’y correm, no momento, um grande risco. Eles já receberam três 
ameaças de morte e dizem que houve uma tentativa de envenenamento do seu abastecimento de água após a
 reocupação, no domingo.

A fazenda que tomou conta de sua terra está contratando uma conhecida firma de segurança para intimidar os
 indígenas. O Ministério Público descreveu a firma Gaspem como uma ‘milícia particular’ e pediu o seu fechamento.

Em um relatório de 2009 a respeito da comunidade, o Ministério Público concluiu: 'Não se trata de hipérbole quando
 se fala em genocídio'.

Damiana acrescentou à declaração: ‘Diante de ameaça de morte, perda de nossos parentes e de tanto sofrimento 
e dor, no dia 15 de setembro de 2013, pela quarta vez, decididos, voltamos a reocupar a nossa terra APYKA’I.


A situação da Apy Ka’y não é incomum para os Guarani no Brasil, que vem se tornando cada vez mais desesperadora, uma vez que eles sofrem ataques violentos nas mãos dos fazendeiros que ocupam sua terra ancestral.

Desiludidos pelo lento avanço do governo no processo de demarcação de suas terras, muitas comunidades Guarani vêm realizando retomadas nos últimos anos.

O Diretor da Survival International Stephen Corry disse hoje, ‘A falta de ação do governo para devolver a terra aos Guarani, como legalmente deveria ser feito, é vergonhoso, e tem sido catastrófico para os índios. A Presidente Dilma Rousseff é, claramente, refém da bancada ruralista, que é imensamente poderosa e influente, e parece preparada para, simplesmente, ignorar suas obrigações constitucionais. Nestas circunstâncias, não é surpreendente que os Guarani estejam tomando o assunto em suas próprias mãos. 
Eles precisam desesperadamente de apoio ou eles serão provavelmente expulsos ou atacados mais uma vez.

Fonte: Survival International

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Premio Sardinha de Ouro

Greenpeace
Olá,
campanha #Cadê foi lançada pelo Greenpeace em maio deste ano e agora o site está de cara nova. Além de acompanhar o andamento dos planos de mobilidade, agora é possível enviar um e-mail para o prefeito da sua cidade, cobrando dos governantes Planos de Mobilidade transparentes e participativos, que contemplem todas as questões necessárias para garantir a melhoria da mobilidade urbana de cada município. A mensagem é editável e permite incluir questões que o internauta considere importantes, conforme a cidade.
Mas sua participação nessa história pode ser ainda mais próxima do cotidiano: começa hoje o Concurso Sardinha de Ouro, que vai apresentar as três fotos mais “enlatadas” do transporte coletivo. Passou aperto? Não perca tempo eenvie sua imagem para concorrer a três bicicletas dobráveis, que vão facilitar a sua vida - pelo menos até que a situação do transporte coletivo seja aprimorada.
Hoje, em horários de pico, a linha vermelha do metrô da cidade de São Paulo tem uma média de 11 passageiros por metro quadrado. Uma bela receita de como enlatar cidadãos, com cinco pessoas a mais por metro que o recomendado internacionalmente. Cobre dos governantes uma mudança em seu cotidiano, faça a sua parte e ajude a construir uma cidade que seja mais de todos e para todos.
PS: Ajude-nos a continuar cobrando nossos governantes e buscando soluções para a mobilidade urbana de nossas cidades. Com a sua colaboração podemos fazer muito mais. Junte-se a nós!
Abraços,Barbara Rubim
Coordenadora da Campanha Clima e Energia
Greenpeace
Junte-se a nós

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Caso Sério

Governo corta verba em 38% e vigilância ambiental agoniza no país



Em 2011, quando conseguiu emprego no Parque Nacional de Boa Nova, no sudoeste da Bahia, o ambientalista baiano Osmar Barreto Borges estava realizando um sonho. Era um parque novo, criado em 2010, cujo forte é o turismo de observação de aves, umas de suas paixões.
Dois anos depois, tudo que Borges quer é ir embora. “Não agüento mais. Sofri até um colapso psicológico, estou desesperado para sair. A situação está desmoronando.”










O Parque Nacional de Boa Nova ocupa uma área montanhosa de 12 mil hectares, ou 120 km2. É o equivalente a 75 vezes a área do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, ou a 15 vezes o bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro. E Borges cuida dessa área sozinho.
O Instituto Chico Mendes para Conservação da Biodiversidade (ICMBio), autarquia para a qual Borges trabalha, não tem sede em Boa Nova. Borges trabalha em casa e paga telefone e Internet do próprio bolso. O único carro de serviço – um modelo velho, enviado de outro parque – quebrou em junho. Não há verba para consertá-lo. Desde então, Borges usa ônibus ou pede veículos emprestados a moradores. Sua verba para despesas mensais, tirando seu salário, é de cerca de 300 reais.
Borges é responsável por fiscalizar todo o parque, combater a caça, tráfico de animais e desmatamento, fazer trabalhos de aproximação com as comunidades, incentivar o turismo e a educação ambiental, além de lidar com a enorme burocracia estatal. “Existem muitos sistemas de controle para gestão, pesquisas e documentos. Todos os documentos relativos ao parque precisam ser escaneados, é um processo bem burocrático. Tenho de fazer o papel de secretária, polícia, animador social e agente de desenvolvimento local. E eu não dou conta.”
Vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, o ICMBio gerencia e fiscaliza as Unidades de Conservação (UCs) do país, além de fomentar e executar programas de pesquisa, proteção, preservação e conservação da biodiversidade e exercer o poder de polícia ambiental. Atualmente, o ICM Bio tem pouco menos de 2 mil funcionários públicos em seu quadro fixo e é responsável por 341 unidades, incluindo 314 UCs e 11 centros de pesquisa, além de coordenações regionais e unidades administrativas. A área protegida pelo ICMBio é de 75 milhões de hectares (750 mil km2), ou 8,8% do território brasileiro.
Nos últimos anos, o orçamento do ICMBio tem sido constantemente cortado pelo Governo Federal. Em 2010, a verba anual foi de quase 626 milhões de reais. A projeção para 2014 é de pouco menos de 498 milhões. Considerando uma inflação média de 6% ao ano, a queda real no orçamento será de 38% em quatro anos.
Como o governo não pode diminuir salários de funcionários públicos, os cortes atingem, basicamente, as despesas discricionárias. No caso do ICMBio, representam gastos com vigilantes, funcionários terceirizados, apoio administrativo, locação de móveis e imóveis, material de trabalho, energia elétrica, diárias, passagens e suporte a tecnologia da informação. Os ambientalistas mantiveram seus empregos, mas trabalham em condições cada vez piores. A cada corte, a infra-estrutura do ICMBio deteriora.
Só em 2013, o Governo Federal fez dois cortes. O segundo, ocorrido em julho, ceifou 107 milhões de reais do orçamento do Ministério do Meio Ambiente. Segundo Anna Flávia de Senna Franco, diretora de Planejamento, Administração e Logística do ICMBio, o Ministério do Meio Ambiente está tentando, junto ao governo, rever esse corte. “Já fizemos estudos mostrando a dimensão do impacto que isso causaria. A Ministra (Izabella Teixeira, do Meio Ambiente) está empenhada. Já escrevemos ofícios mostrando possíveis impactos e prejuízos à fiscalização.” Procurado pela “Folha”, o Ministério do Meio Ambiente não quis se pronunciar.
Enquanto isso, ambientalistas sofrem com a falta de condições de trabalho. Rafael Rossato é analista ambiental do ICMBio na Unidade de Conservação (UC) da Floresta Nacional de Tefé, interior do Amazonas. A área tem mais de um milhão de hectares, ou 10 mil km2, quase sete vezes o tamanho da cidade de São Paulo. Para fiscalizar toda essa área, a UC de Tefé conta com dois analistas ambientais e três técnicos. “É um número muito reduzido de servidores para uma demanda de trabalho muito grande”, diz o analista. “É necessário um concurso público urgente, tendo em vista que o último concurso foi em 2009 e quase todos analistas ambientais lotados na Amazônia já saíram da região, seja porque a sede tinha interesse em levá-los para Brasília, por licença médica -normalmente psicológica – ou porque pediram exoneração.”
A UC de Tefé tem a missão de fiscalizar vários rios, mas não possui barco. Quando saem para trabalhos em rios, os servidores precisam alugar barcos por um contrato de preços elevados e sofrem com a burocracia até para comprar gasolina. Rossato conta que o escritório abriga ainda funcionários de outras cinco UCs da região, num total de cerca de 20 profissionais. O escritório conta com dois carros, um telefone – o segundo foi cortado recentemente – e a Internet é precária. Rossato chega a levar quatro horas para cadastrar um documento em um sistema informatizado do ICMBio.
Um ambientalista com cargo de chefia no ICMBio, que pediu para não ser identificado, fez um resumo do caos por que passa a vigilância ambiental no país: “O sistema de unidades de conservação do Brasil é o mais lindo, diverso e de maior potencial do planeta. Porém, as condições dadas são verdadeiramente ridículas. Conheço parques em uma dúzia de países, mas nada chega perto do abandono por que passamos. A relação $/área protegida do Brasil é pior que da Bolívia e Zâmbia. (…) A relação servidor/área protegida é talvez a pior do mundo, beirando um gestor para cada 20 mil hectares (200 km2) protegidos. Se considerarmos só a Amazônia, temos um servidor para cada 200 mil hectares (2 mil km2). Nosso sistema é um dos únicos que não possui guarda-parques, monitores ou qualquer outro tipo de contratação local, política amplamente empregada mundo afora a fim de que a população se aproprie das UC e que os parques possam ter a melhor mão de obra: a que mais conhece a região.”
O isolamento de ambientalistas torna o trabalho perigoso, especialmente porque eles têm a missão de coibir e denunciar abusos ambientais. Há quatro meses, uma ambientalista federal pediu para ser transferida de Paraty (RJ) depois que uma bomba foi jogada em sua casa. Há um mês, o biólogo espanhol Gonzalo Hernandez foi encontrado morto a tiros em um parque em Rio Claro (RJ). Hernandez havia denunciado crimes ambientais, como extração ilegal de palmito, de areia e caça irregular, no Parque Estadual Cunhambebe.

Curso Instrutor de Skate