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sábado, 14 de novembro de 2015

Kannibal Produções apresenta:


Death attack fest / kannibal prod

Gorempire
Banda formada em meados de 2001, com o intuito de ser um forte expoente na cena underground, disseminando um poderoso death metal com influências de bandas 80's e contemporâneas do gênero, onde o horror, guerras, assassinatos e toda demência que mancha a história da humanidade e o seu império sangrento é retratada da forma mais grotesca e imaginável possível. Composta pelos Gorefreaks: Augusto C.
Silva (guitars), Camilo Saes (guitars), Cristiano Costa (drums/on hold), Giuliano Costa (vocals/on hold) e Luiz "Magrão" Goreterrorist (bass), a banda inicia uma série de shows no ano de 2002, e em pouco tempo teve a oportunidade de dividir o palco com grandes nomes do underground brasileiro. Em 11 anos de existência, a banda lançou 02 (duas) demos: "Symposium of Sickness" (2004) e "Bloodfeast" (2009), além da participação no Tributo oficial ao Vulcano - Satanic Legions (2010) e em várias coletâneas/compilações de circulação nacional e internacional.


PHC
PArada loca - João e John _
Protesto HardCore, foi formada e Porto Velho, RO, em meados de 2008. John (Guitarra/Berros) e Flávio (Ex-Batera) iniciam o projeto já com músicas próprias e alguns covers como Ratos de Porão, Lobotomia, D.F.C, Extreme Noise Terror, entre outros.
Em 2009, o duo se apresenta no Festival Arranca Toco, dando início a futuras apresentações, desde então, com ausência de graves de um baixo.
No ano seguinte, lançam um material virtual, o “Apenas uma Demo” que continha 6 faixas, com participação de Laura no baixo, que na época também tocava na Ant-Eva, que permaneceu por um certo tempo.
Dois anos depois, Flávio deixa a banda para início de outros projetos. Em 2011, João assume a bateria e permanece até hoje.
Final de 2014, lançaram um single “Meu País” com uma introdução que mostra os pontos históricos fúteis da cidade.
Os trampos do EP foram iniciados em 2014, que podem ser divulgados já neste ano. A banda permanece em dupla, como principais influências e misturas fora dos padrões do Hardcore, Crossover e Grind.


Incinerador
Fundação em 2004
Gênero
Death Metal
Membros da banda
Marconi Arcano - Baixo
Iagê Donato - Bateria
Domingos Prestes - Guitarra/ Vocal
Cidade natal
Porto Velho -Rondônia - Brasil
Gravadora
Independente
Biografia
Formado em meados do primeiro semestre de 2004, quando o universo conspirou para a reunião de mentes insanas
Localização atual
Porto Velho - RO
Site
www.myspace.com/incineradordeath





Kannibl Produções
Metal extremo de porto velho
bandas e demais interessados


quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Around the clock all the night ...

O rock proibidão do 'Ao Balanço das Horas'

Polícia interrompeu exibição do filme no Cine Paulista por causa da bagunça e histeria dos jovens

05 de novembro de 2015 | 12h 50
Rose Saconi

Antônio Lúcio/Estadão
O rock, assim como todas novidades culturais, chegou causando. O ritmo era sinônimo de rebeldia e perversão quando surgiu na década de 50. Naquela época, as reações contra aquele tipo de música foram semelhantes as que o funk enfrenta nos dias de hoje e que enfrentaram outros ritmos, como o punk.

A estreia do filme Ao Balanço das Horas (Rock Around the Clock), com as músicas do novo estilo chamado rock and roll, causou um rebuliço enorme em São Paulo quando começou a exibição em 20 de dezembro de 1956. O filme, cujo nome em inglês é o mesmo da música pioneira tocada porBill Haley e seus Cometas, já havia provocado confusão na Europa e Estados Unidos com jovens dançando, batendo os pés, quebrando cadeiras e gritando durante a sessão.
Com medo de que algo parecido pudesse acontecer por aqui, a "rádio patrulha" (polícia) foi acionada para vigiar a plateia no chique Cine Paulista, na rua Augusta, um dos locais onde o longa seria exibido. "O filme provocou manifestações histéricas de adolescentes", escreveu o Estadão. A primeira sessão teve que ser interrompida duas vezes por causa de jovens que gritavam e xingavam os guardas que os proibiam de dançar na sala.
No dia seguinte, 21, mais 11 cinemas exibiram o filme, desta vez regado a "fumeta", inseticida levado pelos jovens que provocava fumaça. O então governador Jânio Quadros pediu ao chefe de polícia que tomasse "providências drásticas" contra os bagunceiros. "Se forem menores, entregá-los ao honrado juiz", ordenou.
O Estado de S. Paulo - 23/12/1956
Proibido para menores. O Movimento de Arregimentação Feminina e a Comissão de Moral e Costumes da Confederação das Famílias Cristãs também se posicionaram contra a fita. "É preciso impedir que os menores de 18 anos continuem a praticar atos de selvageria e delírio coletivo", escreveu a comissão representativa de 10 mil famílias.
Sob pressão, Aldo de Assis Dias, juiz de menores, ampliou sua proibição de 14 para 18 anos. Cassetetes e censura esfriaram os ânimos, mas a agitação prosseguiu até início de janeiro.
O Estado de S. Paulo - 5/1/1957
Tags: Rockcinema

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