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terça-feira, 29 de maio de 2018

Fragmentos do cérebro de Albert Einstein vão ser expostos na Alemanha

fonte uol.com.br

Os exemplares do cérebro do aclamado cientista não deveriam sequer existir: a vontade do alemão era que o seu corpo fosse totalmente cremado. Os fragmentos só foram expostos nos EUA há menos de dez anos e alguns deles serão agora emprestados a um museu alemão, numa exposição que tem início a 29 de Junho.


Quando o cientista alemão Albert Einstein morreu, em Abril de 1955, a sua vontade era ser cremado. “Quero ser cremado para que as pessoas não venham venerar os meus ossos”, contava o físico ao seu biógrafo Abraham Pais. O seu corpo viria a ser incinerado menos de 24 horas depois da sua morte, sim, mas sem o seu cérebro – o prodigioso órgão tinha sido retirado pelo patologista Thomas Harvey, que estava de serviço no hospital norte-americano de Princeton, na Nova Jérsia, a cidade onde Einstein morreu aos 76 anos e onde foi feita a autópsia.
O consentimento da família para estudar o cérebro do cientista só chegaria dias depois da autópsia, na voz do filho mais velho de Einstein, Hans Albert. Com uma condição: deveria ser utilizado unicamente para investigação científica. Harvey dissecou então o cérebro em 240 partes e distribuiu mais de mil fragmentos em lamelas, para que pudessem ser estudados ao microscópio, numa tentativa de dar resposta à genialidade de Einstein – e enviou exemplares para cientistas de todo o mundo.
Segundo a informação disponível no site do Museu Mutter, o cérebro do autor da famosa teoria da relatividade geral não era normal: pesava menos do que o habitual em cérebros masculinos e os seus lobos parietais eram 15% maiores em relação à média, mas a origem do seu intelecto extraordinário continua um mistério.
Passados 60 anos da polémica aventura de Thomas Harvey, dezenas de fragmentos dissecados do cérebro do cientista alemão nascido em 1879 foram expostas permanentemente no Museu Mutter, no estado norte-americano de Filadélfia, depois de décadas esquecidos na casa do patologista (alguns foram também doados ao Museu Nacional de Saúde e Medicina norte-americano, no estado de Maryland).
E, agora, dois desses fragmentos serão exibidos no Museu de História Natural de Munster, no Oeste da Alemanha, numa exposição dedicada ao cérebro que abre portas a 29 de Junho. Ao todo, estarão expostos 80 cérebros, pormenoriza a Deutsche Welle. A exposição intitulada O Cérebro: inteligência, consciência, sentimento – que terá também uma parte dedicada à inteligência artificial – deverá permanecer aberta até ao último trimestre de 2019.


segunda-feira, 28 de maio de 2018

BARRAGEM: Documentário Arpilleras será exibido nesta terça, no Sesc

Fonte rondoniaovivo.com

Durante a ditadura chilena, mulheres, conhecidas como Arpilleiras, se organizaram em grupos, dentro de igrejas


Nesta terça-feira,29, ás 17h40, no audicine do Sesc Esplanada, será exibido o documentário Arpilleras, que mostra a vida das Mulheres do MAB – Movimento dos Atingidos por Barragem que buscam costurar o destino, tomando-o na mãos, sendo agentes da própria Vida, pessoal e social.

Na mitologia grega, as Moiras, eram três irmãs que determinavam o destino dos homens e dos deuses. Eram mulheres responsáveis por fabricar, tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida de todos os indivíduos.
Durante a ditadura chilena, mulheres, conhecidas como Arpilleiras, se organizaram em grupos, dentro de igrejas, e a partir de técnicas tradicionais de bordados e tapeçarias, passam a bordar suas histórias, dos desaparecidos, das agressões, violências. Uma tentativa de remendar o tecido de suas vidas.
As mulheres do MAB em Porto Velho resgatam este recurso para dar vida às vozes silenciadas a cada barragem que se ergue, ao mesmo tempo em que buscam restaurar as memórias e costurar, como as Moiras, um novo sentido para a vida que precisa continuar.

O documentário pode ser assistido também no canal do Youtube
https://youtu.be/_jJmls6h1fo

domingo, 27 de maio de 2018

O Começo do Fim do Mundo (álbum e festival punk) no Som do Vinil

Quando eu falo de meter a pica no concreto é = a salvar as baleias = ajudar o próximo = apoiar medidas antes do alexandre de moraes = apoiar idéias libertárias = acordar cedo = ajudar a familia = foda-se o sistema=bolão vc é foda = azedex então nem se fale = viveremos em função do divino = bota a pica no concreto porra

O Começo do Fim do Mundo (álbum e festival punk) no Som do Vinil

Fdp Universal

26/05/2018 12h55
Quem assistiu ao filme "O Invasor" (2001), de Beto Brant, lembra-se muito bem da cena de Anisio (Paulo Miklos) e Sabotage (1973-2003). No encontro, o matador de aluguel interpretado pelo ex-Titãs exaltava o talento do rapper para os possíveis investidores vividos por Alexandre Borges e Marco Ricca. No filme, começava uma amizade entre os artistas.
Por conta desse encontro, a família do rapper convidou o cantor para releitura da faixa "Mun Rá", ao lado de DJ Cia e Mattilha. Produzida originalmente pelo Selo Instituto para a trilha sonora do longa, a nova versão acaba de chegar às plataformas digitais.
Conforme a coluna antecipou, o lançamento faz parte da série de homenagens a Sabotage, no ano em que ele completaria 45 anos.

Está previsto ainda, uma faixa romântica feita em parceria entre os rappers Mano Brown e Black Alien, com produção de Kalfani e Duani.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Rondoniaovivo.com

Ministério da Justiça divulga arquivos confidenciais sobre Ovni's em RO

Dizem as pessoas que acreditam em vida lá fora que não estamos sozinhos, e estas revelações gera a curiosidade de muitas pessoas

DA REDAÇÃO
3 de Maio de 2018 às 16:23
Ministério da Justiça divulga arquivos confidenciais sobre Ovni's em RO
Imagens captadas na época em Rondônia FOTO: (Divulgação)
O Sistema de Informações do Arquivo Nacional do Ministério da Justiça disponibilizou em sua página na Internet 743 registros sobre aparições de OVNI´s (Objetos Voadores Não Identificados) no Brasil, dos quais três ocorreram em Rondônia.

Os relatos foram produzidos em áudio, fotos e vídeos por civis e militares e um questionário sobre cada fato ocorrência foi colhida por militares da Força Aérea Brasileira, através de questionários, e enviados para o Arquivo Nacional.

Nos relatos feitos em Rondônia, um ocorreu em Vilhena e os outros dois em Porto Velho, respectivamente nos anos de 1989, 1993 e 1994. Os observadores dos fenômenos foram interrogados e descreveram o que viram e todos os registros foram armazenados em arquivo “Confidencial”. Os relatos remontam do ano de 1952 até 1916.

Caso

Um dos casos relatados que consta um Arquivo Confidencial produzido em 1º de novembro de 1989, em Porto Velho, na Vila da Base Aérea, por um Bombeiro Militar, identificado por Giovane Martins Barbosa.

Ele forneceu dados sobre o avistamento em 14 perguntas, indicando o possível formado do óvni, altura, localização, distância, trajetória e outros elementos que pudessem dar veracidade ao caso. Ele conta que o avistamento foi a olho nu e binóculo e foi testemunhado por outros bombeiros militares. Não deixou rastros e não fazia barulho.

Segundo ele, o objetivo tinha forma de um cone, era avermelhada, e voava em velocidade lenta. O tempo estava parcialmente limpo, mas ele não registrou o fato em fotografias ou filmagem. O objeto fez algumas aparições, na noite do avistamento, de aproximadamente 5 minutos cada uma.

MASSACRE EM PAU D´ARCO


Delegado viu pessoas baleadas ainda com vida no dia do massacre de Pau D’Arco



Ainda serão interrogados 16 policiais réus pelo assassinato de 10 trabalhadores rurais na fazenda Santa Lúcia
Lilian Campelo, Brasil de Fato

“Tinha que ter uma história só”, foi o que ouviu o delegado da polícia civil, Valdivino Miranda da Silva, ao chegar no acampamento da fazenda Santa Lúcia em Pau D’Arco, no Pará, de um dos policiais em  24 de maio de 2017, data do registro de óbito dos 10 sem-terra assassinados durante ação policial.

De capuz e óculos de sol, para proteger a sua identidade, Valdivino foi o primeiro policial a ser interrogado durante a audiência de instrução e julgamento nesta segunda-feira (16) no Fórum de Redenção (PA), onde está o processo que apura o massacre de Pau D’Arco.
O delegado Valdivino e o investigador da polícia civil, Nonato de Oliveira Lopes, estão sob a tutela do Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas (Provita) e colaboram com as investigações sobre o assassinato de nove homens e a presidenta da Associação dos Trabalhadores Rurais Nova Vitória, Jane Julia de Oliveira, única mulher assassinada.
Durante o interrogatório o juiz César Leandro Machado, que conduz o processo, pergunta:
── Quando o senhor chegou na sede o que viu?
── Quando cheguei vi a Jane, de olhos abertos
── Estava morta?
── Estava

Durante o depoimento Valdivino narrava os fatos e respondia às perguntas do juiz. Segundo ele três equipes, entre policias civis e militares se dividiram ao chegarem nas proximidades da fazenda. Como não haviam encontrado os trabalhadores rurais a equipe conduzida pelo coronel Carlos Kened Gonçalves de Souza seguiu por uma trilha para dentro da mata em busca dos trabalhadores. O objetivo da ação policial era o executar 14 mandados de prisão de suspeitos pela morte de um segurança, que prestava serviços de vigilância na fazenda.
De acordo com a denúncia do Ministério Público (MP), a equipe do coronel era composta unicamente por policias militares: o tenente Rômulo Neves de Azevedo, os cabos Cristiano Fernando da Silva, Welinton da Silva Lira e os soldados Rodrigo Matias de Souza, Jonatas Pereira e Silva e Neuily Sousa da Silva. Ainda segundo o MP o grupo foi o primeiro que teve contato com os sem-terra e “o responsável, de início, pela abordagem violenta às vítimas”.
Valdivino ainda relatou que ao chegar ao local observou que tinha pessoas baleadas e com vida. Porém, ele não recorda ao certo quais seriam as pessoas e disse que em nenhum momento os policias prestaram socorro às vítimas.  De acordo com o MP, as quatro pessoas seriam Wedson Pereira da Silva, Hércules Santos de Oliveira, Ronaldo Pereira da Silva (marido de Jane Julia) e Antônio Pereira Milhomem.
O delegado lembra que naquele momento a tensão aumentou sobre a equipe que ele estava comandando, havia uma cobrança para que todos saíssem do local com uma única versão, de que houve confronto com as vítimas.
Segundo o MP, o acordo foi selado quando o policial civil, Nonato de Oliveira Lopes, segundo Valdivino estava na equipe com ele, “efetuou dois disparos em duas vítimas selado de maneira tenebrosa o pacto”.
Nesta terça-feira (17) o segundo a ser interrogado é investigador da polícia civil. Ao longo da semana ainda serão ouvidos 15 policias, 13 PMs e 2 civis.
O advogado da Comissão Pastoral da Terra (CPT) em Marabá, Batista Afonso, informa que concluído a fase de instrução irá restar ainda os depoimentos dos peritos, ao final de todo o tramite legal de alegações finais o juiz dará a sentença, que pode ser de pronuncia, encaminhado os acusados para o tribunal do júri, ou de impronuncia, quando o juiz entende que não há elementos suficientes para submeter o réu ao tribunal.
Pau D’Arco e Eldorado dos Carajás
Para Batista a individualização das condutas [que é a identificação da participação dos acusados no massacre de Pau D’Arco] foi um avanço significativo no processo de investigação em comparação com o Eldorado do Carajás, onde 21 sem-terra foram mortos no dia 17 de abril de 1996 durante uma ação da polícia militar para desobstruir um trecho da rodovia PA-275, que estava ocupada por trabalhadores para reivindicar reforma agrária.
“No curso das investigações e no caso de Pau D’Arco a gente conseguiu fazer o que não foi possível fazer no caso de Eldorado, que foi a individualização das condutas, ou seja, dos 29 policiais que participaram da operação, quem realmente estava na cena do crime, e quem realmente apertou o gatilho”, esclarece.
Em Eldorado, Batista relata que não foi feita perícia no local no crime nem a reconstituição; assim como não foi possível identificar as armas que os policias carregavam, porque a cautela, documento que contém o registro da arma que o policial carrega em uma ação, não foi localizada e “sem individualização, eles [policias] acabaram se beneficiando dessa falha e conseguindo a sua absolvição”.
Cenário bem diferente sobre as investigações de Pau D’Arco. Além da perícia no local do crime e nos corpos e reconstituição o advogado da CPT destaca que a participação da Policia Federal foi importante.
“No caso de Pau D’Arco, sabendo que tinha a participação da Polícia Militar e da Polícia Civil, fizemos toda a pressão possível para que a Polícia Federal entrasse no caso; o que representou uma mudança significativa”, destaca.
Ainda segundo Batista as investigações sobre o massacre de Pau D’Arco “possuem um conjunto probatório muito forte sejam de provas materiais e de testemunhas” que colaboram em definitivo sobre a participação dos principais acusados nas mortes dos dez trabalhadores rurais e diante desse conjunto ele não tem dúvidas que os acusados serão levados ao tribunal do júri.
Edição: Juca Guimarães.
Imagem: Enterro de vítima do massacre. Corpos dos trabalhadores rurais foram entregues para as famílias sem cuidados de conservação. Foto: Repórter Brasil

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