Pvhcaos - AO VIVO

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Natureza em Extinção

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fonte> UNIR

Revista de Estudos de Literatura, Cultura e Alteridade recebe artigos para publicação

A Revista Igarapé (ISSN 22387587), editada pelo Grupo de Pesquisa “Literatura, Educação e Cultura: caminhos da alteridade”, vinculada ao Núcleo de Estudos Canadenses (NEC) e ao Núcleo de Ciências Humanas (NCH) da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), está recebendo artigos e resenhas para publicação. A submissão de trabalho deve ser feita até o dia 16 de novembro de 2012 pelo e-mail revistaigarape@gmail.com. 

A revista é uma publicação semestral e está na primeira edição. O objetivo é publicar trabalhos originais das mais variadas linhas de pesquisa em estudos de Literatura e Educação, promovendo discussões sobre cultura, diversidade e alteridade. Os textos podem ser produzidos por pesquisadores de instituições nacionais e internacionais, sob a forma de artigos inéditos ou resenhas e podem estar escritos nos idiomas Português, Inglês, Espanhol e Francês.

Os trabalhos devem vir acompanhados de título, resumo e palavras-chave, no idioma do texto. Os autores devem informar, em nota de rodapé, o(s) nome(s) do(s) autor(es), sigla e nome da instituição por extenso, nome da faculdade, nome do departamento, cidade, sigla do estado, país, CEP e e-mail. 

A avaliação dos trabalhos será divulgada no dia 5 janeiro de 2013. O retorno dos artigos com os devidos ajustes deve ser feita até 5 de fevereiro de 2013. Mais informações sobre as normas podem ser acessadas no endereço eletrônico https://docs.google.com/open?id=0B8n6f9STSTvsM1pIS0RNVUdENXM.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Justiça Seja Feita

22/10/2012 20h09- Atualizado em 22/10/2012 20h27

Por 6 votos a 4, STF condena Dirceu, Genoino e Delúbio por quadrilha

Plenário concluiu análise do último item a ser julgado na ação do mensalão.
Após 39 sessões, tribunal condenou 25 dos 37 réus. Agora, vai fixar penas.

Fabiano Costa, Mariana Oliveira e Nathalia PassarinhoDo G1, em Brasília
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Por seis votos a quatro, o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta segunda-feira (22) por crime de formação de quadrilha cometido durante o episódio do mensalão o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o ex-presidente do PT José Genoino, o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares, Marcos Valério e outros seis acusados. Os quatro já tinham sido condenados anteriormente no mesmo julgamento por corrupção ativa.
Com a decisão, o Supremo concluiu a análise do último item a ser julgado. Nesta terça (23), a corte começará a definir questões pendentes, como o que fazer nos casos de empate, e a fixar o tamanho das penas para os condenados.
Dos 37 réus, 25 foram condenados por diferentes crimes, nove foram absolvidos e três estão com a situação indefinida - veja como votaram os ministros sobre cada réu.
Foram condenados ainda nesta segunda por formação de quadrilha os sócios de Valério Cristiano Paz e Ramon Hollerbach, o advogado de Marcos Valério Rogério Tolentino e a ex-diretora das agências Simone Vasconcelos.
Dois ex-dirigentes da cúpula do Banco Rural foram considerados culpados pela corte do crime de quadrilha, a ex-presidente do banco e atual acionista Kátia Rabello e o ex-vice-presidente José Roberto Salgado.
Houve empate em relação ao atual vice-presidente do Banco Rural Vinicius Samarane. Foram cinco votos pela absolvição e cinco votos pela condenação.
Com esse, são sete os casos de empates no julgamento. O presidente do STF, ministro Carlos Ayres Britto, que, pelo regimento do Supremo, pode votar para desempatar, disse nesta segunda crer que o empate deve favorecer os réus.
As acusadas Ayanna Tenório, ex-dirigente do Banco Rural, e Geiza Dias foram absolvidas de formação de quadrilha pelo plenário do Supremo.
A denúncia do Ministério Público aponta uma quadrilha formada por 13 réus com o objetivo de comandar e operar o esquema voltado para a compra de apoio político no Congresso durante o início do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
Integrariam o grupo réus dos três núcleos: 1) político: o ex-chefe da Casa Civil José Dirceu, o ex-presidente do PT José Genoino e o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares; 2) publicitário, Marcos Valério, seus dois sócios Ramon Hollerbache Cristiano Paz, seu advogado Rogério Tolentinoe as funcionárias Simone Vasconcelos e Geiza Dias; 3) financeiro, a dona do Banco Rural, Kátia Rabello, os ex-dirigentes José Roberto Salgado, Vinícius Samarane e Ayanna Tenório.
Argumentos pró-condenação
Dos dez ministros, seis entenderam que houve a formação de uma quadrilha para cometer crimes: o relator Joaquim Barbosa, Luiz Fux, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Ayres Britto.
Ao condenar os 11 réus, Carlos Ayres Britto argumentou que a formação de quadrilha por parte dos acusados ameaçou a paz pública, na medida em que houve uma quebra de confiança da sociedade no Estado.
“O povo nutre a confiança no seu Estado. O trem da ordem jurídica não pode descarrilar, não pode ficar sob ameaça de descarrilamento”, disse.
Ministro com mais tempo de corte, Celso de Mello afirmou que houve um "grave atentado" ao sistema democrático brasileiro. Segundo ele, foi "um dos episódios mais vergonhosos da história política desse país".
"Os fins não justificam a adoação de quaisquer meios, principalmente quando tais meios se referem de forma ofensiva à Constituição e às leis da República", afirmou Celso de Mello.
O ministro Marco Aurélio Mello destacou que houve uma quadrilha "das mais complexas" no caso do mensalão. “No caso, houve a formação de uma quadrilha das mais complexas, envolvendo na situação concreta o núcleo dito político, o núcleo financeiro e o núcleo operacional. Mostram-se os integrantes em número de 13. É sintomático o número. Mostraram-se os integrantes afinados”, afirmou Mello.13 é o número que o PT utiliza para campanhas eleitorais.
Gilmar Mendes argumentou que "entrelaçaram-se interesses. Foi inegável a contribuição que visou lograr o interesse de todos. Não se resolveu apenas o problema do PT, do Banco Rural e do governo, houve a formação de uma engrenagem ilícita que atendeu a todos e a cada um”, disse Mendes ao condenar os réus.
Para o ministro Luiz Fux, houve um "projeto delinquencial" por parte do acusados. "Restou incontroverso que três núcleos se uniram com um objetivo comum. Chamo atenção ao projeto deliquencial. Esse projeto foi assentado pelo plenário como existente. Houve condenação por corrupção ativa e passiva, nos quais foram importantes os núcleos financeiro e publicitário."
Na avaliação do relator Joaquim Barbosa, ficou claro que foi formada uma quadrilha. "[Os réus], de forma livre e consciente, se associaram de maneira estável e com divisão de tarefas com o fim de praticar crimes contra a administração pública, o sistema financeira nacional, além de lavagem de dinheiro”, disse na semana passada, ao votar sobre o caso.
Ele disse que há um "manancial" de provas de que Dirceu era quem comandava o grupo. “Todo esse manancial probatório produzido tanto no inquérito quanto em juízo comprova que ele [Dirceu] era quem comandava o núcleo político, que, por sua vez, repassava as orientações ao núcleo de Marcos Valério, o qual, por sua vez, agia em concurso com o Banco Rural”, disse,
Argumentos pela absolvição
Quatro ministros votaram pela inocência dos 13 réus: o revisor Ricardo Lewandowski, Rosa Weber, Cármen Lúcia e Dias Toffoli.
Para Cármen Lúcia, os acusados são pessoas que "chegaram a cargo de poder" de maneira legítima e "ali praticaram crime". Ou seja, para ela, não há provas de que chegaram aos cargos para cometer crimes."Eu entendi que não havia crimes de quadrilha", concluiu.
A ministra Rosa Weber argumentou ainda que os réus do mensalão não se uniram com o objetivo de formar “uma entidade com vida própria” e finalidade de cometer crimes. “Os chamados núcleos político, financeiro e operacional jamais imaginaram formar uma associação para delinquir. Havia um objetivo, a cooptação de apoio político, os demais fatos sempre tiveram a finalidade e alcançar essa finalidade”, disse.
O revisor, que abriu a divergência, argumentou que o fato da associação não implica necessariamente em prejuízo à paz pública.
“Mais uma característica de que o fulcro, o objeto, o bem jurídico tutelado pelo artigo 288 do Código Penal [que criminaliza a formação de quadrilha ou bando] é a paz pública. É preciso verificar se a conduta dos réus teve exatamente esse escopo, da prática de uma série de crimes indeterminados, incontáveis, a conjunção de pessoas interligadas por uma série de interesses, a menos que se entenda que essa associação ameaça a paz pública.”

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Cine Amazônia


Festcineamazônia, Cinemateca Brasileira e CTAv recuperam filme sobre a Ferrovia Madeira Mamoré

A "Ferrovia do Diabo" (1981) foi encontrada no acervo da Cinemateca Brasileira

O filme remonta à construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré
O filme “A Ferrovia do Diabo” (1981), considerado perdido, foi recuperado e será exibido na 10ª edição do Festival Latinoamericano de Cinema e Video – Festcineamazônia, que acontece de 6 a 10 de novembro, no Teatro Banzeiros em Porto Velho (RO). A obra, produzida pelo cineasta João Batista de Andrade, foi localizada na Cinemateca Brasileira (órgão ligado ao Ministério da Cultura).  
Com a intervenção de Batista e do Festcineamazônia foi possível conseguir a autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) para levar a produção feita em rolo 16 milímetros de São Paulo ao Centro Técnico Audiovisual (CTAv), no Rio de Janeiro, onde está sendo digitalizada e será exibida nos 10 anos do festival. O cineasta da “A Ferrovia do Diabo” também estará presente nesta edição do evento.  
O filme remonta à construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, conhecida como "Ferrovia do Diabo" devido às milhares de mortes ocorridas nas obras. A produção apresenta imagens históricas e trechos dos diários dos trabalhadores, que relembram a imponência da floresta e a ameaça da malária. Este ano é comemorado o centenário da ferrovia.  
O cineasta, João Batista de Andrade estará presente na 10ª edição do Festcineamazônia
João Batista de Andrade é uma das mais sólidas referências do cinema paulista e brasileiro.  Além de cineasta é escritor e roteirista. Atualmente preside a Fundação Memorial da América Latina. Em 2005, foi secretario de cultura do Estado de São Paulo.  
O Festcineamazônia tem o patrocínio do BNDES, Governo Federal, Ministério da Cultura através da Lei Rouanet, Secretaria do Audiovisual, apoio cultural do Centro Técnico Audiovisual – CTAv e Governo de Rondônia através da Secretaria dos Esportes, da Cultura e do Lazer - SECEL.

Dica Musical


Luis Leite 4teto - Vôo da Mosca


New Tecnology


 Por Sam Gibbs-- Gizmodo

Microsoft Surface é tão resistente que até vira skate

Chefe da divisão Windows demonstrou a resistência do tablet usando-o como skate.

Skate de Surface


O que aconteceu com a Microsoft? Além de nos deixar empolgados com seu mais novo tablet, ela nos mostra executivos se divertindo com ele – só que de uma forma inusitada.
Steven Sinofsky, chefe da divisão Windows, decidiu pegar um tablet Surface com rodas de skate e deslizar com ele pelo campus da Microsoft.
Sim, é um truque para chamar a atenção e mostrar como o Microsoft Surface é resistente, mas esta é uma forma bem legal de se fazer isso.
Nós vimos o Surface transformado em skate durante nosso tour pela Microsoft; mas infelizmente, eles não autorizavam fotos. Então o máximo que temos são estas imagens aqui, postadas no Twitter pelo próprio Sinofsky. Com certeza não usaram o Lumia 920 para tirar as fotos.3



PvhC.A.O.S. - Diferente mas não igual



sábado, 13 de outubro de 2012

É HOJE

Hoje em Porto Velho, na BatKaverna, abertura Banda D.H.C. hardcore.


Saudações Maniacos! A banda Putrid Gore não irá mais tocar dia 13 de outbtro, devido o falecimento do irmão de um membro da banda, e o mesmo não se encontra na cidade. A banda Morte Lenta irá substitui-la e o evento segue em frente como três bandas como planejado. Contamos com a presença de todos!

DIA 13 DE OUTUBRO (Sábado)
EXTREME AGGRESSION II
COM AS BANDAS:

D.H.C.
MORTE LENTA*
INCINERADOR





sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Jóia Jóia

Criolo AO VIVO


curta aqui

Avaaz

Caros amigos, 


É inacreditável – nossos senadores querem que nós paguemos milhões de reais das dívidas deles! Após 4 anos sem pagar o Imposto de Renda sobre os 14º e 15º salários, a Mesa Diretora do Senado decidiu pagar essa conta usando dinheiro público. Somente uma enorme mobilização do povo pode impedir que isso aconteça. Clique aqui e assine:

Assine a petição
É ultrajante! Os Senadores querem que o cidadão brasileiro pague as dívidas de imposto pessoais deles. Vamos nos mobilizar contra este abuso absurdo de seus cargos públicos! 

Como Presidente da OAB-RJ (Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Rio de Janeiro), fiquei indignado ao descobrir, pelos jornais, que os Senadores, além de receberem 14º e 15º salários – o que já é completamente fora de propósito – não pagaram imposto de renda sobre esses salários entre 2007 e 2011. E, quando a Receita Federal descobriu, o Senado decidiu que essa dívida seria paga com dinheiro público!Mas tenho certeza de que se nos unirmos em uma enorme mobilização nacional o Senado voltará atrás nessa decisão absurda

Junte-se a nós nessa grande corrente para barrar essa manobra lamentável. Clique aqui e assine a petição que, em conjunto com a Avaaz, eu entregarei diretamente aos Senadores diante de toda a mídia

https://secure.avaaz.org/po/petition/O_imposto_dos_senadores_nao_pode_ser_pago_por_nos/?bKivJcb&v=18631 

Se o Senado pagar o Imposto de Renda dos parlamentares, será uma afronta aos cidadãos brasileiros. Eles não apenas recebem dois salários a mais do que o resto da população brasileira, como querem que os contribuintes arquem com o imposto deles

A justificativa usada pelos parlamentares é que eles receberam um conveniente mau conselho dizendo que não deveriam pagar imposto sobre seus 14º e 15º salários. Isso não faz sentido legalmente nem eticamente – qualquer cidadão que tivesse recebido o mesmo tipo de conselho teria que arcar com o imposto no fim das contas

Não podemos aguentar calados que o nosso dinheiro pague o imposto dos Senadores. Somente a grande cobertura de mídia que a entrega de uma petição com milhares de assinaturas por mim e pela Avaaz diretamente aos Senadores dará vai ser capaz de reverter a decisão do Senado. Clique aqui e assine a petição que será entregue por mim e pela Avaaz em Brasilia e espalhe nossa indignação pelos quatro cantos do país

https://secure.avaaz.org/po/petition/O_imposto_dos_senadores_nao_pode_ser_pago_por_nos/?bKivJcb&v=18631 

No Brasil, a Avaaz ajudou a construir um vasto movimento de combate à corrupção e a desafiar deputados a votarem a favor da Lei da Ficha Limpa. Vamos nos unir mais uma vez, exercitar nossa cidadania e forçar nossos Senadores a tratar a si mesmos como cidadãos comuns. 

Com determinação, 

Porto Velho C.A.O.S., Wadih Damous e a equipe da Avaaz 


Mais informações: 

Senado decide pagar Imposto de Renda de salários extras de parlamentares (Último Segundo)
http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2012-09-25/senado-decide-pagar-imposto-de-renda-de-salarios-extras-de-parlamentares.html 

Senado decide depositar em juízo IR de salários extras dos senadores (O Globo)
http://oglobo.globo.com/pais/senado-decide-depositar-em-juizo-ir-de-salarios-extras-dos-senadores-6194223 

Senadores que pagaram imposto não recolhido podem ser ressarcidos (G1)
http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/09/senadores-que-pagaram-imposto-nao-recolhido-podem-ser-ressarcidos.html 

Excelências? (Congresso em Foco)
http://congressoemfoco.uol.com.br/opiniao/colunistas/excelencias/ 

sábado, 6 de outubro de 2012

Brasil

Mano Brown faz discurso contra Serra em show

Mano Brown criticou políticos durante show na capital. (Foto: AE)
O rapper Mano Brown, vocalista do grupo Racionais Mc’s, pediu, durante um show na capital paulista, para as pessoas não votarem no candidato José Serra (PSDB) nas eleições municipais. Brown, morador do Capão Redondo, na zona sul, fez um discurso em desagravo a Serra, ao prefeito Gilberto Kassab (PSD) e ao governador Gerlado Alckmin (PSDB).

Brown falou sobre distribuição de terra, sobre moradia popular e sobre as desapropriaçôes efetuadas pelos governos municipal e estadual em São Paulo nos últimos tempos.

 “Ouvi falar que serão 12 mil desapropriações até o final do mandato. Sem lugar para essas pessoas morarem, que não é um plano desse governo e dessa prefeitura que está ai. O ser humano para eles é um mero detalhe, o importante são as máquinas, computadores, ruas. Porque não é o povo deles que está aqui, que vai ser despejado e morar na rua”, disse Brow.

“O bisavô e tataravô deles foram os mesmos que escravizaram os nossos bizavôes e tataravôs. Isso é uma coisa que vem perpetuando. Já ouviu falar de cadeia pérpetua, que não acaba nunca? É isso.”


PvhC.A.O.S. - Contra todos e contra ninguém....... 

Livro reúne ensaios sobre história social do humor

Jornal da USP Livro reúne ensaios sobre história social do humor Em nova obra, o professor Elias Thomé Saliba, da USP, analisa dife...