Pvhcaos - AO VIVO

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Caiu do Céu . . .

Objeto não identificado cai do céu e assusta povoado 

Fonte: Rondoniaovivo.com

 

Um objeto metálico não-identificado provocou um alvoroço nesta quarta-feira de Cinzas em duas cidades de pouco mais de 10 mil habitantes no interior do Maranhão. Moradores de Anapurus e de Mata Roma afirmam que o globo caiu do céu.
José Valdir Mendes, 46 anos, afirma que a peça, do tamanho de um botijão de gás, com mais ou menos 30 kg, caiu a 6 metros de sua casa, onde mora com a família. O globo é oco e deixou um buraco de cerca de 1 metro em seu quintal, segundo a Polícia Militar.
“Escutei o barulho, tremeu até a perna. Fui olhar o que era. Pensei que era um avião que tinha caído, ou um terremoto”, conta.
Segundo o morador do povoado Moraes, no município de Anapurus, a 280 km de São Luís, o objeto ainda bateu em um cajueiro, que teve o tronco quebrado, em seu quintal. Os cerca de 20 moradores do povoado saíram de suas casas para ver a peça. O caso se espalhou e chegou até a cidade vizinha de Mata Roma.
“Foi um alvoroço enorme aqui. Alguns com medo e receio com aquela história de 2012. Outros dizendo que era ‘alien’. Mas creio que é uma peça de satélite que caiu do espaço mesmo”, afirma o professor Max Mauro Garreto, 25, morador de Mata Roma.
Garreto afirma que sua mãe saiu para caminhar e, por volta das 6h, escutou um estrondo. “Ela ouviu um grande barulho, não deu tanta importância, falou que parecia um trovão. Aí, durante o dia, moradores do local onde caiu vieram até a cidade.”
A Polícia Militar chegou até o povoado por volta das 16h30 desta quinta-feira (23). O comandante da PM de Anapurus, major Edvaldo Mesquita, determinou que o objeto fosse levado até o quartel.
Por meio de nota, o Comando da Aeronáutica informou que "não dispõe de estrutura especializada para realizar investigações científicas a respeito desse tipo de fenômeno aéreo, o que impede a instituição de apresentar qualquer parecer sobre esses acontecimentos".
Segundo o meteorologista do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), Pedro Costa, o objeto seria uma parte de um satélite. "Tenho certeza que não se trata de um balão meteorológico ou parte dele", afirma.
 
 
 
 
PvhCAOS - De outro mundo . . . . .

 

 

 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

By BBC World...


Documentos revelam pressão dos EUA para investigar se Chaplin era comunista

 

 Novos documentos divulgados recentemente pelos Arquivos Nacionais da Grã-Bretanha revelam que o astro do cinema Charlie Chaplin foi alvo de uma investigação do serviço britânico de inteligência, depois que o governo dos Estados Unidos o acusou de ser comunista.


 No entanto, os documentos – que foram disponibilizados na internet – não apresentam qualquer indício de que Chaplin tenha sido comunista.

Durante a investigação, o serviço britânico MI5 não conseguiu sequer identificar com certeza o local de nascimento do artista ou seu nome verdadeiro.
Os agentes americanos do FBI acreditam que o nome real de Chaplin era Israel Thornstein, mas os britânicos nunca conseguiram achar a certidão de nascimento do artista.
Perseguido pelo governo americano, Chaplin foi impedido de retornar aos Estados Unidos em 1952, apesar de morar no país por mais de trinta anos.

Nascimento e espionagem

O arquivista Edward Hampshire mostrou à BBC os dois arquivos sobre Charlie Chaplin que foram revelados este ano.
O primeiro deles é do começo dos anos 50 e está cheio de recortes de jornais. Entre os artigos antigos, há um documento da embaixada americana pedindo que o governo britânico investigue se Chaplin é ou foi membro do partido comunista.
As autoridades americanas também perguntam se existe qualquer menção ao artista no Pravda, o principal jornal da era soviética.
Hampshire revela também que nunca foi encontrada a certidão de nascimento de Chaplin. Em 1920, o astro do cinema recebeu um passaporte das autoridades britânicas.
"Na ocasião, as autoridades estavam satisfeitas com a declaração de que ele havia nascido em Londres, mas não foi encontrada nenhuma certidão nas buscas que se fez em Sommerset House [prédio turístico de Londres que abrigava os arquivos oficiais de nascimento] na época", disse o arquivista.
Uma fonte não-revelada havia sugerido que Chaplin nasceu na França. A hipótese foi investigada pelo governo britânico, mas nunca foi comprovada. Na época, também se especulou que ele teria nascido na Rússia ou no Leste Europeu.
Um segundo documento revelado agora, pede que o governo americano investigue se Chaplin era espião do governo soviético e se seu nome real era Israel Thornstein. A correspondência da época revela que a inteligência britânica nunca achou provas que embasassem esta tese.
 
 
 
PvhCAOS - Um vagabundo como eu..........
 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

leve, letra, solta......

Onde é que aquilo ia dar
E o medo vinha devagar
Mas um desejo de sonhar
Tomava conta do lugar

E não podemos desistir
Pois ainda tem vida ali
Somos defensores que lutam
Contra os Opressores

Era a ponte para se cumprir
Onde é que ponte ia dar
E o medo vinha devagar
Mas um desejo de sonhar
Tomava conta do lugar.



contribuição - Tycia Silva

Viver de Música: bandas se foderão cada vez mais - Novidades (Notícia)

Se liga, grande debate na SF MusiTech

Viver de Música: bandas se foderão cada vez mais - Novidades (Notícia)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Tecnologia

Chileno de 14 anos conta como criou sistema de alerta para terremotos

Sebastian Klocker foi atração na Campus Party nesta quinta.
Ele desenvolveu programa que manda mensagens via Twitter e SMS.

Amanda Demetrio Do G1, em São Paulo

 

Sebastian Klocker usou sensores de US$ 50 para o sistema (Foto: Flavia de Quadros/indicefoto.com) 

 

 

10/02/2012 07h00 - Atualizado em 10/02/2012 10h09

Chileno de 14 anos conta como criou sistema de alerta para terremotos

Sebastian Klocker foi atração na Campus Party nesta quinta.
Ele desenvolveu programa que manda mensagens via Twitter e SMS.

Amanda Demetrio Do G1, em São Paulo
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chileno alerta terremoto campus party (Foto: Flavia de Quadros/indicefoto.com)Sebastian Klocker usou sensores de US$ 50 para o sistema (Foto: Flavia de Quadros/indicefoto.com)
 
Sebastian Klocker é um garoto chileno de apenas 14 anos, mas já conseguiu alterar a vida de muitas pessoas. Após o terremoto que atingiu o Japão em 2011, ele decidiu criar um sistema que distribui alertas da chegada de tremores no Chile por meio do Twitter e de mensagens de celular. Klocker falou sobre a experiência durante a Campus Party, nesta quinta-feira (9). Ele veio a São Paulo acompanhado do pai.

Para conseguir o sistema de alerta, o jovem ligou um microcontrolador a um sensor de terremotos e, assim, enviar mensagens com antecedência de 5 a 30 segundos ao tremor --no Japão, o sistema criado pelo governo tem antecedência de 1 minuto, disse o menino. Os avisos são colocados no perfil @alarmacismos.

"Depois que tive a ideia, fui procurar os sensores e achei um por US$ 2.500", contou. "Era muito caro, então encontrei uma alternativa por US$ 50, que fazia praticamente a mesma coisa. Quero que isso mostre que não é preciso ter muito dinheiro para conseguir algo criativo e que pode ajudar as pessoas."

A ideia de Klocker foi bem recebida e o jovem conta que se assustou com a repercussão internacional: "Me ligaram de um jornal na Tailândia!". Segundo ele, o governo chileno também se impressionou com o sistema e se dispôs a colocar um sensor em cada uma das 14 regiões chilenas, para que possa funcionar melhor.

Para o futuro, o adolescente pensa em criar um aplicativo para celulares a partir do sistema. Klocker também quer abrir o código por trás da ferramenta que criou, para que ela possa ser usada por outras pessoas e em outros países.

 

 

PvhCAOS - Usando o cerebelo.....

 

Saúde

Estudo revisou dados de 49.411 acidentados no Reino Unido.
Pesquisadores defendem que a droga afeta a coordenação motora.

Consumo exagerado de maconha dobra chances de bater o carro
Do G1, em São Paulo
5 comentários
O consumo exagerado de maconha pode dobrar as chances de batidas de carro, segundo um estudo publicado nesta semana no "British Medical Journal", publicação científica inglesa. Os autores da Universidade Dalhousie revisaram dados de nove estudos para chegar à conclusão sobre os efeitos da droga na direção.



Os cientistas acreditam que a maconha prejudica a atividade motora coordenada pelo cérebro que é necessária para guiar o veículo com segurança. A análise abordou as informações coletadas de 49.411 pessoas que bateram o carro no Reino Unido. Os estudos anteriores falharam em separar a influência da droga de outras substâncias como o álcool.

A maconha é a substância ilegal mais consumida no mundo, segundo os autores. Com as estatísticas apontando o aumento no uso da droga, os pesquisadores acreditam que o risco de pessoas estarem dirigindo fora das condições ideais de consciência também cresce.



Eles citam o exemplo da Escócia, onde 15% de 537 pessoas entre 17 e 39 anos confessaram ter usado maconha até 12 horas antes de pegar o volante em 2007.
Todas as colisões analisadas no levantamento aconteceram em vias públicas e envolveram carros, vans, veículos esportivos, caminhões, ônibus e motocicletas. A prova do consumo da droga entre os acidentados foi feita tanto por confissão como por testes de sangue.

 

 

PvhCAOS - será, será......?

 

Cultura


CCBB Rio abre programação de exposições 2012 com Tarsila do Amaral
10/02/2012 - 00h00

tarsila do amaral 250x100
O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro dá início à programação de artes visuais de 2012 com Tarsila do Amaral - Percurso Afetivo, exposição que entre os dias 14 de fevereiro e 29 de abril apresenta ao público 87 obras de um dos maiores expoentes do movimento modernista brasileiro.

O conceito curatorial da mostra está baseado no diário de viagens da artista e buscou reunir obras ilustrativas de um percurso emocional, afetivo e único. “Não foram considerados os períodos – Pau-Brasil, Antropofágico e Social – habitualmente identificados na obra de Tarsila. O enfoque dado, em primeiro lugar, foi intimista; depois, temático e, quando possível, cronológico. Há um proposital e aparente caos, planejado para que o visitante possa sentir-se mais próximo da vida da artista e admire as obras individualmente, livres de classificações mais rígidas”, explica Antonio Carlos Abdalla, curador da mostra, que também tem Tarsilinha do Amaral (sobrinha-neta de Tarsila) como curadora pela família da pintora.

Além das obras, a mostra do CCBB RJ traz no dia 14 de março, um concerto organizado por Anna Maria Kieffer, de repertório focado em obras dedicadas a Tarsila do Amaral e a Oswald de Andrade, como Choros nº 3, de Heitor Villa-Lobos. E nos dias 15 e 16 de março acontecem debates com a participação de Aracy Amaral, Maria Alice Milliet, Camilo Osório e Fernando Cocchiarali.

Há mais de 40 anos que a cidade do Rio de Janeiro não recebe uma mostra individual de Tarsila do Amaral que foi exposta na cidade apenas três vezes, em 1929 e 1933, no Palace Hotel e em 1969, no Museu de Arte Moderna.

Para acompanhar outras informações ao longo do período da mostra, basta curtir o www.facebook.com.br\ccbb.rj, ou visitar o twitter.com/ccbb_rj, onde também será possível ouvir um audio-guide preparado para a exposição.



F9206818 SUELI APARECIDA VOLTARELLI DE ANDRADE
CCBB RIO DE JANEIRO

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

CONVITE...




 
O Itaú Cultural abre sua programação 2012 com a exposição Convite à Viagem – Rumos Artes Visuais 2011/2013, em cartaz a partir de 9 de fevereiro. A mostra, com curadoria de Agnaldo Farias, é resultado do mais recente edital do programa Rumos Artes Visuais, que entre 1.770 projetos inscritos selecionou mais de 100 trabalhos de 45 artistas de todo o Brasil.

Agnaldo Farias contou com a ajuda dos curadores Ana Maria Maia, Felipe Scovino, Gabriela Motta e Paulo Miyada e dos curadores viajantes Alejandra Muñoz, Carlos Franzoi, Júlio Martins, Luiza Proença, Marcelo Campos, Matias Monteiro, Sanzia Pinheiro e Vânia Leal.

A exposição é um convite a uma viagem pelo Brasil e pela diversidade da produção de arte contemporânea do país. Todas as linguagens artísticas estão representadas, da pintura à fotografia, do vídeo à instalação.

Dos dias 9 a 11 de fevereiro, às 18h, haverá transmissão pelo site do Itaú Cultural (itaucultural.org.br) de palestras que fazem parte de um seminário para os artistas selecionados. No dia 9, a conversa é com Carmela Gross (mediação Ana Maria Maia). No dia 10, Edson de Souza será o palestrante de O Espírito das Formas Utópicas: Arte, Utopia, Psicanálise, com mediação de Gabriela Motta. No dia 11 o bate-papo é por conta de Dora Longo Bahia (mediação Agnaldo Farias).


Convite à Viagem – Rumos Artes Visuais 2011/2013quinta 9 de fevereiro a domingo 22 de abril terça a sexta 9h às 20h
sábado domingo feriado 11h às 20h
pisos 1, -1 e -2

entrada franca

Itaú Cultural | Avenida Paulista 149 – Paraíso [próximo à Estação Brigadeiro do Metrô]
informações: 11 2168 1777 | youtube.com/itaucultural | twitter.com/itaucultural | facebook.com/itaucultural | atendimento@itaucultural.org.br | itaucultural.org.br

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

VACILOU....

Ex-vocalista do Cidade Negra é baleado no Rio

Ras Bernardo está internado após ser baleado por quatro tiros no abdômen


O músico Ras Bernardo, ex-vocalista do grupo de reggae Cidade Negra, foi atingido por quatro tiros no abdômen a cerca de 300 metros de sua casa, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, no início da noite desta quarta-feira (2). As informações são de policiais militares do batalhão da área.


Ras foi socorrido para o Hospital da Posse, localizado em Nova Iguaçu, também na Baixada Fluminense. Segundo a assessoria do hospital, o músico passou por uma cirurgia de duas horas e meia e seu estado é estável. Ainda não se sabe as circunstâncias do crime.

Fonte: iG RJ



PvhCAOs - vc com revólver na mão é um bicho feroz......

NATUREZA

Metade da bacia do Pantanal está sob risco ambiental, avalia estudo

Foram avaliadas áreas no Brasil, Bolívia, Paraguai e Argentina.
Degradação de nascentes e barragens são apontadas como ameaças.

 

Metade da bacia do rio Paraguai, que abriga o Pantanal, está sob alto ou médio risco ambiental, mostra estudo divulgado nesta quinta-feira (02). Realizado ao longo de três anos pelo WWF, The Nature Conservancy e Centro de Pesquisas do Pantanal, ele coloca hidrelétricas e atividades humanas entre as maiores ameaças.
 
 
Planaltos e chapadões que circundam o Pantanal, onde nascem os principais rios da bacia, seriam as áreas que enfrentam os maiores riscos. A pesquisa avaliou regiões no Brasil, Bolívia, Paraguai e Argentina e tem como objetivo subsidiar os governos dos quatro países no desenvolvimento de uma agenda de adaptação do Pantanal às alterações do clima.
“A bacia do rio Paraguai apresenta alto risco ecológico potencial, requerendo ações urgentes e prioritárias de proteção das cabeceiras”, afirma o estudo.
As barragens e hidrelétricas, apontadas como fatores de risco, devem aumentar no Pantanal nos próximos anos. De acordo com o relatório, existem 115 barramentos previstos para a década, 75% de pequenas centrais hidrelétricas, o que deve elevar os riscos ambientais.
"Barramentos ameaçam a duração e a intensidade dos ciclos de cheias e vazantes, colocando em cheque a vida, economias e populações que dependem do equilíbrio ecológico do Pantanal”, considerou Albano Araújo, coordenador da Estratégia de Água Doce do Programa de Conservação da Mata Atlântica e das Savanas Centrais da The Nature Conservancy.
Entre as atividades humanas, as maiores ameaças seriam a pecuária e a agricultura. Desmatamento, hidrovias, rodovias e mineração também são apontados no estudo como fatores de risco.
Cabeceiras, nas bordas do Pantanal, enfrentam os maiores riscos, segundo pesquisa (Foto: Divulgação / WWF)Cabeceiras, nas bordas do Pantanal, enfrentam os maiores riscos, segundo pesquisa (Foto: Divulgação / WWF)
Preservação
A pesquisa avalia que seriam necessárias novas medidas de preservação do Pantanal. Uma delas seria a criação de novas unidades de proteção, principalmente em áreas de cabeceiras. Atualmente, existem 170 áreas protegidas na bacia do rio Paraguai, mas elas não estão distribuídas de forma adequada, critica o estudo.
Outra medida seria a implantação de medidas de conservação em terras privadas, por exemplo, melhores práticas de manejo de água e solo em atividades agropecuárias. No caso das hidrelétricas, uma possível solução, de acordo com a pesquisa, seria a implementação de esquemas de operação que mantenham os ciclos de cheias e vazantes de modo semelhante ao natural.
O Pantanal é a maior planície inundável do planeta. Seus ciclos anuais de cheias e secas são fundamentais para a vida de milhares de espécies, além de terem importantes impactos econômicos, como a fertilização natural dos campos.



Fonte: Globo Natureza - SP




PvhCAOS - Só quero ver o que vamos fazer, quando a amazônia desaparecer....
 

Capitalismo Conectado

'Queremos tornar o mundo mais aberto e conectado', diz Zuckerberg

Fundador do Facebook enviou carta a possíveis investidores da empresa.
Leia a íntegra do documento enviado por Zuckerberg.


Mark Zuckeberg, o fundador do Facebook de apenas 27 anos, anexou uma carta pessoal aos documentos enviados aos órgãos reguladores para que a rede social possa começar a vender ações na Bolsa de Nova York. Na noite de quarta-feira (1º), o Facebook enviou o pedir de IPO (oferta inicial de ações, da sigla em inglês) dizendo que espera arrecadar US$ 5 bilhões.

 

 

"Originalmente, o Facebook não foi criado para ser uma empresa. Ele foi construído para realizar uma missão social: tornar o mundo mais aberto e conectado.
Nós achamos que é importante que todos os que querem investir no Facebook entendam o que essa missão significa para nós, como tomamos decisões ou porque fazemos o que fazemos. Vou tentar destacar essa abordagem nesta carta.
No Facebook, somos inspirados por tecnologias que revolucionaram as maneiras com as quais as pessoas compartilham e consomem informação. Frequentemente, falamos sobre invenções como a imprensa ou a televisão –ao comunicação mais eficiente, elas levaram à transformação completa de muitas partes da sociedade. Elas deram voz às pessoas. Elas encorajaram o progresso. Elas mudaram os meios com os quais a sociedade se organiza. Elas nos aproximaram.
Hoje, nossa sociedade chegou a outro ponto de ruptura. Vivemos em um momento em que a maioria das pessoas no mundo tem acesso à internet ou a celulares –as ferramentas básicas necessárias para começar a compartilhar o que estão pensando, sentindo ou fazendo. O Facebook quer construir serviços que dão às pessoas o poder de compartilhar e ajudá-las a transformar o centro das nossas instituições e indústrias.
Existe grande necessidade e oportunidade de conectar todas as pessoas do mundo, dar a todos uma voz e ajudar a transformar a sociedade do futuro. Não há precedentes para a escala da tecnologia e a infraestrutura que devem ser construídas e acreditamos que esse é o problema mais importante no qual devemos nos focar.
Esperamos fortalecer a maneira com a qual as pessoas se relacionam
Mesmo que a nossa missão pareça grande, ela é pequena –está no relacionamento de duas pessoas.
As relações pessoais são a unidade fundamental da nossa sociedade. As relações são os meios com os quais nós descobrimos novas ideias, entendemos o mundo e, em última instância, conseguimos a felicidade.
No Facebook, construímos ferramentas para ajudar pessoas a se conectar para compartilhar o que querem e, ao fazer isso, estamos aumentando a capacidade delas de criar e manter relações.
Um compartilhamento maior cria uma cultura mais aberta e leva a um entendimento melhor da vida e da perspectiva dos outros. Acreditamos que isso cria um grande número de fortes relações e ajuda para que as pessoas sejam expostas a perspectivas novas e mais diversas.
Ao ajudar as pessoas a fazer essas conexões, esperamos mudar o jeito com o qual elas espalham e consomem informação. Acreditamos que a informação do mundo deve lembrar o ‘social graph’ –uma rede construída de ponto em ponto, e não com um centro único, como existe agora. Também pensamos que dar às pessoas o controle sobre o que elas compartilham é um princípio fundamental nessa mudança.
Já ajudamos mais de 800 milhões de pessoas a mapear mais de 100 bilhões de relações até agora. Nosso objetivo é acelerar esse processo.
 
Nós esperamos melhor como as pessoas se conectam a negócios
Acreditamos que um mundo mais aberto e conectado ajudará a criar uma economia mais forte
Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook
Acreditamos que um mundo mais aberto e conectado ajudará a criar uma economia mais forte, com negócios mais autênticos e que constroem melhores produtos e serviços.
Compartilhando mais, as pessoas têm acesso a diferentes opiniões de quem elas confiam sobre produtos e serviços. Isso torna mais fácil a descoberta de novos produtos e melhora a qualidade e eficiência de nossas vidas.
Ao focar nossa missão na construção de um serviço ótimo, acreditamos que vamos criar valor para nossos acionistas e parceiros a longo prazo –em retorno, isso permitirá que continuemos atraindo as melhores pessoas para trabalhar nos produtos. Não acordamos de manhã com o objetivo principal de ganhar dinheiro, mas entendemos que o melhor jeito de realizarmos nossa missão é construir uma empresa valiosa e forte.
Também é assim que pensamos no nosso IPO. Nós vamos fazer uma oferta pública para nossos funcionários e investidores. Ao nos tornar uma empresa pública, estamos nos comprometendo com nossos novos investidores e vamos trabalhar para honrar isso.
 
O "Jeito Hacker"
Como parte da construção de uma empresa forte, trabalhamos duro para manter o Facebook o melhor lugar para que pessoas brilhantes impactem sobre o mundo e aprendam com outras pessoas brilhantes. Nós cultivamos uma cultura única e uma abordagem de gerenciamento que chamamos de “Jeito Hacker”.
A palavra hacker tem uma conotação negativa injusta, por eles serem retratada na mídia como pessoas que invadem computadores. Na verdade, hackear significa apenas construir algo rapidamente e testar os limites do que pode ser feito. Como na maioria das coisas, isso pode ser usado para o bem ou para o mal, mas a maioria dos hackers que conheci tendem a ser idealistas que querem ter um impacto positivo no mundo.
O Jeito Hacker é uma abordagem que envolve melhora contínua. Os hackers acreditam que algo sempre pode ser melhor e que nada nunca está completo.
Os hackers tentam construir os melhores serviços a longo prazo ao lançar rapidamente novos produtos e aprender, ao invés de querer fazer tudo certo de uma vez só. Para dar suporte a isso, construímos um quadro para testes que pode ter várias versões do Facebook de uma só vez. Temos as palavras “Feito é melhor do que perfeito” pintadas em nossas paredes para nos lembrar de sempre continuar lançando novos serviços.
Hackear também é uma disciplina ativa. No lugar de debater por dias sobre se uma nova ideia é possível e qual o melhor jeito de fazer algo, os hackers apenas fazem um protótipo e veem como ele funciona. Existe um mantra hacker que você ouvirá nos corredores do Facebook: “O código ganha argumentos.”
A cultura hacker também é extremamente aberta e meritocrática. Os hackers acreditam que as melhores ideia e implementação sempre devem ganhar –não a pessoa que fez o melhor lobby pela ideia ou quem gerencia mais gente.
Para encorajar essa abordagem, a cada alguns meses, temos uma hackatona (uma espécie de maratona hacker), onde todos constroem protótipos com as novas ideias que têm. No final, o time se junta para olhar tudo o que foi produzido. Muitos dos nossos produtos de sucesso vieram dessas “maratonas”, incluindo a Timeline, o bate-papo, o vídeo e outros projetos importantes de infraestrutura.
Para nos certificar de que nossos engenheiros compartilhar dessa ideia, nós pedimos que eles passem por um programa em que aprendem a base do nosso código, nossas ferramentas e nossa abordagem. Existem muitos caras na indústria que gerenciam engenheiros e não sabem produzir código.
Os exemplos acima são todos relacionados à engenharia, mas separamos nossos princípios em cinco valores principais:
 
Foco no impacto
Se queremos tem o maior impacto, o melhor jeito de fazer isso é nos certificando de que sempre estamos focados na solução de problemas importantes. Parece simples, mas nós pensamos que a maioria das companhias não fazem isso direito e perdem muito tempo. Nós esperamos que todos no Facebook encontrem problemas sobre os quais trabalhar.
 
Seja rápido
A rapidez permite que possamos construir mais serviços e aprender mais rápido. Apesar disso, algumas empresas diminuem seu ritmo ao crescer, porque tem mais medo de cometer erros do que perder oportunidades. Nós temos um ditado: “Seja rápido e quebre as coisas.” A ideia é que, se você nunca quebrar ninguém, você provavelmente não está se mexendo na velocidade rápida o suficiente.
 
Seja corajoso
Construir coisas brilhantes significa enfrentar riscos
Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook
Construir coisas brilhantes significa enfrentar riscos. Isso pode ser assustador e previne que a maioria das companhias façam as coisas corajosas que deveriam fazer. Apesar disso, em um mundo que está mudando tão rápido, você tem a garantia de falhar se não se arriscar. Temos outro dito aqui: “A coisa mais arriscada que você pode fazer é não se arriscar.” Encorajamos todos a tomar decisões corajosas, mesmo que isso signifique um erro às vezes.
 
Seja aberto
Acreditamos que um mundo mais aberto será melhor porque pessoas com mais informação podem tomar melhores decisões e ter um melhor impacto.
Esse objetivo também funciona para a companhia. Trabalhamos duro para garantir que todos do Facebook tenham acesso a maior quantidade de informações possíveis sobre cada parte da empresa, para que possam tomar melhores decisões.
 
Crie valor social
Mais uma vez, o Facebook existe para tornar o mundo mais aberto e conectado, e não apenas para criar uma empresa. Esperamos que todos no Facebook foquem sua rotina em criar um valor real para o mundo a partir do que fazemos.
Obrigada por separar um tempo para ler essa carta. Acreditamos que temos uma oportunidade de ter um impacto importante no mundo e construir uma empresa duradora nesse processo. Espero que possamos construir algo juntos.
Mark Zuckerberg"

 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Cultura

Rita Lee arruma briga no Sergipe
fonte: Folha - SP

















No último show de sua carreira, no sábado (28), Rita Lee criticou a agressividade de policiais contra alguns fãs que fumavam maconha. "Isso é força brutal. Vocês não têm o direito de usar a força na meninada que não está fazendo nada. Eu sou do tempo da ditadura. Pensam que eu tenho medo? Sou mulher, tive três filhos, tenho uma neta. As pessoas estão esperando eu cantar, não é a gracinha da vocês. Agora venham me prender!", disse Rita.
Depois, a cantora usou o Twitter para contar o que estava acontecendo. "Polícia dando trabalho para mim. Quer me prender. Embasamento legal não há. Não retiro uma palavra do que disse, o show era meu. Estou indo para a delegacia. A polícia de Aracaju não gosta de mim, mas Sergipe gosta".


Ameaça de processo
O governador de Sergipe, Marcelo Déda (PT), chegou a dizer que o Estado processaria a cantora pelo “show de irresponsabilidade” durante a apresentação, paga com recursos públicos. “Vamos processá-la, pela nossa Procuradoria. As autoridades do Estado vão processar porque ela se valeu de uma posição de quem está conduzindo um espetáculo para colocar em risco a vida de milhares de pessoas. A Polícia Militar estava cumprindo o seu papel”, afirmou Déda, em entrevista concedida aos jornalistas ainda no domingo. O governador, no entanto, recuou e afirmou que considera o assunto encerrado.


Tecnologia

Fonte: Folha (SP)

BB é o 3º banco a ser alvo de hackers; site saiu do ar

 

Vejam só como é que é, um grupo formado por pessoas de 25 a 35 anos, envolvidas diretamente com tecnologia, que se intitulam Anonymous, detonou 3 dos maiores bancos no Brasil, Viva a iniciativa HAcker!

 

 O site ficou fora do ar por volta das 11h. A Folha realizou diversas tentativas de acesso no horário, mas a página não carregou. O banco afirma, em nota, ter registrado picos no volume de acessos ao site, o que, segundo o BB, causou lentidão no sistema em algumas regiões do país.

A instituição diz, no entanto, que a página permaneceu disponível durante todo o período e que não houve comprometimento na segurança dos dados de clientes.
A indisponibilidade da página do Banco do Brasil nesta quarta-feira segue uma série de problemas enfrentados por sites de bancos nesta semana. O Anonymous afirma ter causado as falhas técnicas em todos os casos.
Ontem, o site do Bradesco ficou instável durante um período da manhã e na segunda-feira a página do Itaú chegou a ficar indisponível por alguns minutos.
A assessoria de imprensa do Itaú confirmou que houve indisponibilidade, mas não informou os motivos do problema. Já o Bradesco informou que o site recebeu um volume de acessos superior a média e que chegou apresentar intermitência, mas que não chegou a ficar fora do ar.
O grupo Anonymous diz, por meio de suas contas no Twitter, que a ação é um protesto contra a corrupção e será feita ao longo da semana com o intuito de deixar a cada dia um serviço de internet banking fora do ar por pelo menos 12 horas.
Os hackers têm utilizado de uma técnica de ataques de negação distribuída de serviço, o DDOS (um acrônimo em inglês para Distributed Denial of Service), que consiste em bombardear um servidor com pedidos de acesso para um site até que ele atinja o limite de sua capacidade e fique indisponível.
Segundo especialistas em segurança da informação ouvidos pela Folha, este tipo de ataque não oferece grandes riscos a segurança de dados armazenados, mas deve ser acompanhado com atenção para evitar que este ataque seja um disfarce para que os hackers tentem outras formas de ataques e invasões ao servidor alvo.

Reprodução Banco do Brasil
Reprodução do site do Banco do Brasil
Reprodução do site do Banco do Brasil
Veja reprodução das mensagens na conta do grupo hacker:

Reprodução/Twitter/AnonBRNews
Reprodução do Twitter Anonymous Brasil
Reprodução do Twitter Anonymous Brasil

 

Livro reúne ensaios sobre história social do humor

Jornal da USP Livro reúne ensaios sobre história social do humor Em nova obra, o professor Elias Thomé Saliba, da USP, analisa dife...