Pvhcaos - AO VIVO

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

E o C.A.O.S. Não Para

O Coletivo C.A.O.S. em parceria com a web tv PvhC.A.O.S., trasmite agora até as 12:00 hrs. o Workshop que antecede o Festival Se Rasgum com o tema Os arranjos produtivos locais, as tecnologias sociais e a sustentabilidade dos empreendimentos culturais
Ministrante: Marcus Franchi – Cientista social
e demais programação:

14h-15h30: Palestra – Jingle publicitário
Local: Auditório Sebrae-Pará

Palestrante: Sérgio Villaça – Baixista das bandas Los Pirata, Gork e do compositor Pélico, Sérgio (mais conhecido por Jesus Sanchez) é um dos donos da empresa Sound Design, que produz trilhas e jingles publicitários em São Paulo. O portfólio da empresa inclui clientes como Portal Terra, Ford, Lacta, Banco do Brasil e Renault.


15h30-17h – Palestra: Programa Pará Pró Música
Local: Auditório Sebrae-Pará

Palestrante: João de Deus – Gerente da Unidade de Comércio e Serviços do Sebrae-Pará

17h-18h – Debate: Marketing ambiental em iniciativas culturais
Local: Auditório Sebrae-Pará

Mediadora: Kátia Correia (jornalista)

Debatedores: José Carlos Lima (secretário municipal de Meio Ambiente), Álvaro do Espírito Santo (Belemtur), Patrícia Gonçalves (ONG No Olhar) e Yuri Nahon (Sustentabilidade em Eventos)

18h – 20h – Debate: Direitos autorais, Creative Commons e mercado fonográfico
Local: Auditório Sebrae-Pará

Mediador: Ismael Machado (jornalista)

Participantes: Vladimir Cunha e Gustavo Godinho (diretores do documentário “Brega S/A”), Alex Antunes, André Abujamra e Edvaldo Azul (blog musicaparaense.org)




Acompanhe ao vivo pela Web TV PvhC.A.O.S.







PvhC.A.O.S. - Norte tOUR 2009

SERRASGUM!

bode cre correria total, e a portovelho CAOS sua radio na web está em Belém, terra de locos como nós, para transmissão do Festival SERRASGUM.

amanhã de manhã dia 12, 9:00h horario de belém estaremos cobrindo as palestras e mais tarde o Festival.

Então é isso ae, acompanhem nossa transmissão e fiquem por dentro do que está rolando nessa bagaçera!

grande abraço, por hoje é só.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

o C.A.O.S no QUEBRAMAR

Após alguns contratempos o blog está de volta a ativa, e dessa vez direto de MACAPÁ! É isso mesmo, invadimos as Palafitas na segunda edição do Festival Quebramar de música independente, e logo quando chegamos tivemos a primeira grata surpresa, o rio amazônas gigantesco ( ai entendi o porque de "QUEBRAMAR" ), banhando macapá quebando com violência na orla. Avião no chão, Graças a Deus, o grande Otto estava a postos como guerreiro de selva para levar a Porto Velho C.A.O.S para o hotel. Hotel massa, tudo perfeito, mas loco mesmo é o maior forte da américa latina, a 300 metros do hotel na beira do rio, sem comentários.
Rangamos demos uma bolta de reconhecimeno nas redondezas do Forte, laricamos legal e fomos dormir o sono dos inocentes.

A Sexta-Feira começa cedo com um café reforçado e o primeiro contato geral la dentro do forte numa sala onde acontecem todas as palestras e seminários do QUEBRAMAR. Essa primeira reunião foi de apresentação do cletivo Palafitas, do Festival Quebramar e dos coletivos, jornalistas e produtores locais e de todo país. Coletivo C.A.O.S devidamente apresentado fomos brocar mais uma vez, um rango manero no hotel, para partimos para o ciclo de reuniões e palestras durante a tarde e mais a noite, o esperado Festival.



Passa palestra, passa seminário, reunião e correria ( NERVOSA ), chega a hora do festival. Porto Velho CAOS transmitindo, fui fazer umas imagens da primeira banda e encontro Rodolflex no palco onde ele estava desde as 16h ajudando na produção. A primeira banda foi a local
Degrau norte, que faz um pop rock, com uma pegada bem anos 80, derrepente sobe ao palco 3 moleques loucos, os caras da também local Fax Modem, um rock nonsense meio despretencioso que tem um resultado final muito criativo e natural, uma pegada meio punk, grunge foi uma
das grande surpresas da noite com músicas como "Duende bebado" e "Casal em Amsterdã" a molecada agitou geral e fez abrir uma das maiores rodas da noite. Destaque para o público insano aqui em Macapá. Após a Fax Modem veio a Godzilla, bem falada e esperada Godzilla que faz um
indie com gritos e experimentações, banda massa, com uma mina insana no baixo. Macapá mostra que tem música de qualidade. Samsara Maya foi muita onda, uma banda introspectiva que tem como homem de frente o calado e copetente alexandre que toca sua guita também
na mini box lunar. a Sansara Maya tem um que de experimentalismo, boas melodias e psicodelias, rolou até aquele som da odisséia no espaço. locura! Daí veio a Sincera, que eu ja tinha visto tocar no calango. A banda tem umas influencias emocore, um lance meio glassjaw, com umas guitarras maneiras, e uma letras sobre o cotidiano dos caras, problemas com os pais, com os amigos, em uma pespeciva meio adolecente. O vocal exagera, no calango o rapaz gastou a voz toda na passagem de som e cantou como pôde e no QUEBRAMAR a desafinação permaneceu.

Profetizando entrou a Profétika! banda local, bem ensaiada, com letras proféticas falando de Deus. Porrada na orelha! Mostrou que tem seu público, que cantou junto e se matou nas rodas. Eis que surge os Delinquentes! Esses malucos nós conhecemos no aeroporo logo na chegada a Macapá, primeiro contato massa, galera gente boa, daí fiquei sabendo que é uma banda de hardcore de belém com mais de 15 anos de estrada, respeitadíssima na região. Fiquei curioso pra ver o som... e num é que é du caralho!? hardcore nervoso direto de belém, contestador como deve ser o hardcore, uma pegada a la DHC ( de porto velho). Sobre as rodas abertas nem preciso falar, e os loucos cantando as letras mostrou que a história era tudo verdade. A Mr. jungle nào preciso nem comentar, essa velha conhecida mostrou que está em ótima forma com seu hard rock que na minha opiniào é o melhor do país. O público correspondeu a altura e o show foi animado! Então entra em cena os donos da festa, mini box lunar, com sua psicodelia hipponga country blues rock doido. A coisa chata que rolou foi o acidente com o baixista, nosso grande SADI! que estava trabalhando a tarde e acabou cortando a mão em um espelho quebrado e acabou não podendo tocar. Ele foi substituido por um brother e o show rolou, mais curtinho com 4 ou 5 musicas que foram bem recebidas pelo público. A banda é muito massa, mistura doida de Macapá. A banda que fechou a noite foi a Facas voadoras (MS), um powertrio virtuoso mandando um rock garagem. só não gosto das letras em inglês que não me deixam entender.

e foi isso, muito som, transmissão correria e CAMA! drumi porque domingo tinha mais!


SEGUNDO DIA.

Segundo dia começa co um café reforçado e o segundo ciclo de palestras com o sociólogo Marcos Vinicius falando sobre ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS NA ECONOMIA DE CULTURA, e logo após uma sessão de filme para terminar a tarde reflexiva.

É chegada a hora do Festival, que começa nervosamente com três bandas de metal, as locais Intruhder, Heloin e Marttyrium, 03 bandas fodas, bem ensaiadas com um metal de qualidade e um público aluciando! Para quebrar o clima geral, entra no Palco o também local Roni Moraes, mandando um som bem mais tranquilo, misturando rítimos regionais, reggae, mpb. Muito bom! logo após entra no palco o Stereovitrola, banda maluca q conta com guitarras criativas, um teclado psicodélico e um Dj soltando umas bases, fazendo umas colagens com som de video game. Muito loca a banda, mostrando a diversidade musical do Macapá. Em horário privilegiado entra os cara da Amaurose, com seu Metal bem execuado porém marrento, se mostrando sem coletividade, desrespeitando o tempo de show da banda com direito a show particular do guitarrista, que jogou sua guitarra no chão e quase chora! A Ultimato era a próxima, a banda que chegou a macapá representando o coletivo C.A.O.S esteve presente no palco o tempo todo na presença de rodolflex e Bruno, trabalhando na produção do festival. O show foi enérgico, com a agressividade habitual da banda, que fez a galera enlouquecer. A resposta do público foi surpreendente, com rodas gigantes, empolgação e gritos alucinados, o feedback foi ao término do show com um backstage embaçado de gente para falar com a banda que vendeu mais de 30 CD's. Muito bom! Rondônia bem representada. A local SPS 12 tocou logo em seguida para abrir o show do Ratos de Porão, com hardcore competente e público afiado. A banda teve seu tempo de show reduzido, mas mostrou que é uma banda manera e que pode circular. Ratos em palco e eu não tenho o que comentar, só PIRAR!


Fim dos trabalho, o Coletivo C.A.O.S só tem a agradecer ao coletivo Palafitas pela a oportunidade de parceria e enfatizar a organização do evento que foi de primeira qualidade, mostrando que o nível aqui no norte está aumentando. o coeltivo C.A.O.S atuou junto ao Palafitas na Parte de Sonorização e produção de palco, na transmissão ao vivo das bandas através da webrádio, e documentação do festival através de audiovisual, foto e resenha. além do arquivo gravado com todos os shows ao vivo. Agradecemos!

Em resumo foi isso. Nesse exato momento estou no meio do rio amazonas sem conseguir enchegar as margens, finalizando essa matéria, a caminho de belém, para cobertura do festival SE RASGUM no rock.

Valeu PALAFITAS! fora do eixo norte!

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

FESTIVAL QUEBRAMAR!


bode cre rapazeada nervosa portovelho C.A.O.S, o coletivo CAOS se encontra em MACAPA para cobrir o Festival de música independente QUEBRAMAR.

Apresentação

O Festival Quebramar de Música Independente chega à sua 2º edição como o 5º festival mais promissor do país – de acordo com a revista Bravo! (maio/2009) -, não à toa.

A 1º edição, em 2008, foi realizada gratuitamente na Universidade Federal do Amapá em duas noites, trazendo nomes consagrados do rock nacional como a banda alagoana Mopho e a cuiabana Macaco Bong.

Promover a valorização da região Norte é uma preocupação constante, por isto, estiveram presentes bandas como a Klethus (RR), Turbo (PA), Aeroplano (PA), Clube de Vanguarda Celestial, Jolly Joker (PA) e vários nomes locais.

Este ano o Festival Quebramar terá o privilégio de ocorrer em frente ao Rio Amazonas, no anfiteatro do patrimônio histórico do Brasil, que é a maior fortificação colonial dos portugueses: a Fortaleza de São José de Macapá. Tal qual ao ano passado, a bilheteria dos shows será aberta ao público.

Pela tarde, durante os dois dias de festival, acontecerá no auditório da Fortaleza de São José as palestras “Jornalismo cultural: uma contradição em termos?” e “A reinvenção do Brasil: emergência cultural da região norte”, com o jornalista Alex Antunes, e “Arranjos produtivos locais na economia da cultura”, com o cientista social Marcus Vinícius Nogueira.

A região Norte se mantém presente através das bandas Delinqüentes (PA), Sincera (PA), Mr. Jungle (RR) e Ultimato (RO), além de treze locais.

No primeiro dia o Facas Voadoras (MS), banda que desponta na nova cena do rock independente, sobe ao palco e encerrando a noite o rapper Linha Dura (MT), um dos maiores do país. No segundo dia é a consagrada banda de trash metal Ratos de Porão (SP) que fecha a última noite de festival.

Porque um festival?

Um festival é historicamente uma grande vitrine que revela e legitima talentos por ser um evento de grande porte, público e fluxo de informações.

Nos anos 60, foi através de festivais que a então música popular brasileira se fez conhecida. Era a televisão consolidando-se como principal meio de comunicação e divulgação da música, superando o rádio.

Neste novo milênio os festivais voltaram, e dessa vez autenticam um novo meio de comunicação: a internet. Para tanta música e artista que circula livremente na rede há festivais, que mesmo não sendo de caráter competitivo como antigamente, os filtram e apresentam ao grande público.

Esses festivais são independentes e estão ocorrendo em praticamente todo o território brasileiro, segundo a ABRAFIN (Associação Brasileira de Festivais Independentes), instituição ligada aos produtores de festivais, no ano passado cerca de 800 bandas circularam nos 38 festivais catalogados.

É nesse contexto que surge o Circuito Fora do Eixo, o Coletivo Palafita e por conseqüência o Festival Quebramar de Música Independente, tornando o Amapá, de fato, parte deste momento histórico da música brasileira.

O que o Quebramar apresenta de diferente?

A proposta, sem antecedentes, inaugurou no Amapá um fluxo de informações, ações qualificadoras e intercâmbio de tecnologias, necessárias para viabilizar o desenvolvimento de arranjos produtivos locais.

O Coletivo Palafita age numa plataforma de trabalho pautada na Economia Solidária constituindo-se como um Ponto Fora-do-eixo, integrando-se a uma rede de coletivos distribuídos por todo o território nacional aglutinados por objetivos semelhantes: o Circuito Fora-do-eixo; viabilizando todas as suas atividades por meio de ações colaborativas e troca de serviços.

Quem faz isso tudo?

O Coletivo Palafita é o realizador do evento, juntamente ao Circuito Fora do Eixo, ambos formados por músicos, artistas, comunicadores e agentes culturais.

O Palafita é uma organização informal surgida em 2006 no intuito de promover a cena cultural local e facilitar a articulação entre produtores e agentes do Amapá com aqueles sediados em outras federações.

É estimulando a cadeia produtiva amapaense através da Economia Solidária e da auto-gestão que o Coletivo Palafita vem integrando o Amapá, Estado do extremo Norte e historicamente deslocado, numa nova rede nacional de cultura independente (Circuito Fora do Eixo).

O Festival Quebramar de Música Independente é sua mais importante ação, porém não a única, organizando também o Grito Rock Macapá além de atividades de formação e shows semanais e mensais.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

poesia beradélica



POEMA A NOSSOS FILHOS

através de cabos ópticos um amor pós-modernista pode se propagar,
e um sentimento infomaníaco ser programado para matar.
São gigabites de crueldade virtual
para aqueles que acham que um orgasmo cibernético é naural.

Uma vagina 3D não se encaixa num pênis real!

Toda naturalidade se transforma em uma realidade
muito mais que anormal,
e nossos líderes revolucionários se chamam:
LINUX, DELPH E PASCAL.

(Rafael Altomar)

Poesia q se tornou letra de música da banda BICHO DU LODO
escute bicho du lodo clicando aki
http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=75820

Livro reúne ensaios sobre história social do humor

Jornal da USP Livro reúne ensaios sobre história social do humor Em nova obra, o professor Elias Thomé Saliba, da USP, analisa dife...